21 de jul. de 2011

Saudades - 3º capítulo - Jeannie é um Gênio


"I Dream of Jeannie" foi uma série americana transmitida de 1965 a 1970, com Barbara Eden no papel do gênio da garrafa encontrada pelo Major Anthony Nelson, então Capitão da Força Aérea Americana, interpretado por Larry Hagman. 


Após libertá-la da garrafa, o Major acaba levando-a para casa onde começam as confusões que envolvem o médico e psiquiatra Dr. Bellows (Hayden Rorke) e seu melhor amigo Major Roger Healey (Bill Daily) que se apaixona por Jeannie, que só tem olhos para Nelson.


Criado e produzido por Sidney Sheldon, de acordo com a Wikipédia, o seriado foi composto de 139 episódios.


Pesquisando por onde andam todos, encontrei:


Barbara Eden, no auge da sua fama, era o sonho americano da namorada perfeita, mas infelizmente teve experiências traumáticas em sua vida pessoal.
A atriz, agora com 75 anos, lançou sua autobiografia "Jeannie Out of the Bottle" onde fala sobre seus dois casamentos fracassados, a morte de seu filho aos 35 anos como resultado do vício em drogas, um aborto e sua sobrevivência a um casamento com um viciado em cocaína.
Gente, detalhe para a foto dela com aproximadamente 50 anos... Sem photoshop!



Larry Hagman, 79 anos, desde jovem teve problemas com alcoolismo que o obrigou a fazer um transplante de fígado. Também participou de outra série de sucesso, "Dallas". Com raras aparições na telinha, seu mais recente trabalho foi no seriado "Desperate Housewives".



Bill Daily, comediante e músico, cuja foto encontrei no site Military.com como um dos 48 integrantes do USS St. Clair, hoje está com 82 anos. Ainda faz aparições ocasionais.


Hayden Rorke (Dr. Bellows) faleceu aos 76 anos de idade (em 1987) de câncer. Não encontrei registro de qualquer atividade após o seriado. Também nunca se casou. Não conseguí encontrar uma foto que não fosse as do seriado.

20 de jul. de 2011

O que rola pelo Mundo - Bares e Restaurantes



Considero a internet uma das melhores invenções do planeta. Vendo somente pelo lado positivo (porque infelizmente o lado negativo existe), pela internet conhecemos lugares, museus, temos acesso a livros, arte, imagens, pesquisas, além de curiosidades muitas vezes interessantes.
Hoje, sugiro uma visita ao Hipescyence.com, onde encontrei 10 bares e restaurantes para nerds, incríveis, em que a criatividade impera. No da foto que abre este artigo, o cardápio é mostrado em forma de tabela periódica, em um quadro negro. Que trabalho! 
Se eu abrisse um, com certeza usaria as idéias ali postadas.
Vejam alguns exemplos. Mais, é só dar um pulinho no site.

Aqui o cardápio é escolhido na própria mesa. Pode-se escolher a toalha também.

Neste, o cardápio vem em um Tablet. Chique!

E neste, você é servido por um robô !

17 de jul. de 2011

Comercial com Arte - Mensagens que Emocionam - Doação de Órgãos

Sempre que assisto um comercial, fico imaginando que mentes estariam por trás daquelas "pérolas" que nos obrigam a assistir entre um programa e outro, tanto nos canais abertos como nas tv's à cabo.


Existem comerciais que nos passam mensagens idiotas como as de pasta de dente em que invadem o banheiro de alguém (ninguém passa a chave na porta da frente?), ou no provador de uma loja em que o único texto da vítima da invasão é dizer o nome da tal pasta, ou alguém que, passeando pela rua ou shopping, dá de cara com um indivíduo que se identifica como dentista e pergunta se a pessoa está satisfeita com seus dentes amarelados ou se já viu suas bactérias bucais.


Existem outros comerciais de sabão em pó em que a dona-de-casa se assusta quando aparece um cantor invadindo a área da sua casa, mostrando que tal sabão líquido é melhor.


Outros ainda em que o banheiro é invadido por completos estranhos para mostrar à dona-de-casa / mãe que ela não lava o vaso sanitário como deveria porque não utiliza tal ou qual produto.


E por aí vai...


Hoje, vou começar uma série de apresentações pescadas no Youtube, de comerciais que passam pelo mundo e que realmente transmitem uma mensagem. Esses são realizados por verdadeiros profissionais, que levam sua missão a sério.


O de hoje fala sobre Doação de Órgãos, um assunto que ainda gera muita discussão e dúvidas entre as pessoas.


Sou doadora de órgãos há 20 anos. Como espírita, creio que o corpo é apenas um invólucro que utilizamos para vibrar na mesma energia deste planeta. Somente através dele podemos interagir com tudo o que nos cerca. Devemos cuidar dele como cuidamos de uma roupa que gostamos muito. Porém, a hora do desencarne somente a Deus pertence e, seja na velhice ou na juventude, este corpo não mais terá utilidade ao espírito após sua desativação (do corpo). 


Então não consigo entender porque algumas pessoas ainda são reticentes quanto à doação. Agem como os faraós que acreditavam que tanto o seu corpo, como suas posses, incluindo seus escravos, deveriam seguir sua viagem pós vida, nos túmulos construídos para esse fim. Acreditem, esse corpo físico não servirá para você, mas alguns órgãos servirão para restaurar a vida de seus semelhantes. Um fígado, um rim, um coração, os olhos, a pele, e tantos outros sistemas que possuímos e que vão ser enterrados ou cremados, poderiam salvar muitas vidas. Não doá-los é um ato de egoísmo.


Feitos os comentários, assistam o vídeo. E entendam a mensagem.


Para refletir...

Chico Xavier - Momentos

Encontrei esta no blog Uma Sereia Aposentada. Achei lindo e resolví compartilhar.
Beijos Jo.





16 de jul. de 2011

Comer, Rezar, Amar (não necessariamente nesta ordem...)



Sexta-feira, 00:21h, estou em casa, com meus filhotes, lendo blogs, feliz por ter mais companhias no meu (obrigada mesmo) e dentre vários assuntos que explodem na minha cabeça para escrever, escolhí falar sobre o livro que terminei de ler semana passada: "Comer, Rezar, Amar" de Elizabeth Gilbert.


Fiquei curiosa em ler o livro pois assistí o filme com Julia Roberts e fiquei fascinada (acabei ganhando da minha filha como presente de aniversário - obrigada princesa), talvez por estar em um momento de inquietude comigo mesma (crise dos quase 50...). Como os livros são sempre mais divertidos do que os filmes (pelo menos para mim), enquanto viajava pelos ônibus da Avenida Brasil (RJ) em direção ao trabalho, mastigava-o. Posso dizer que minha visita à um Ashram, conforme narrei em 7 partes (que número cabalístico!) foi incentivada por ambos - o filme e o livro.


Para começar, a autora passou seu ano sabático (iniciado com seu divórcio) com 32 anos. Gente! Aos 32 eu estava separada pela primeira vez (a propósito, sou separada cinco vezes do mesmo marido), com apenas um ano de casamento e uma filha na época com 3 meses. Isso me dá um crédito de 5 anos sabáticos! Mas, como cada um de nós suporta sua cruz de acordo com sua capacidade em carregar pesos, vamos aos comentários.


A autora narra sua viagem durante este ano, em que decidiu passar 4 meses na Itália, 4 meses na India e 4 meses na Indonésia (mais especificamente em Bali). No primeiro desfrutou do prazer da comida, conseguindo ganhar 14Kg (caramba!) e aprendeu italiano, língua que sempre a fascinou.


No segundo País, instalou-se em um ashram onde lavou chão, fez dieta vegetariana e aprendeu a meditar.


No último, reencontrou o xamã que a inspirou a buscar seu próprio "eu", deixou-se levar pela independência de compromissos e conheceu o amor brasileiro (aliás, ela mencionou a nacionalidade do cidadão mais de 50 vezes!). 


De maneira bem leve e humorada, toda a narrativa das experiências pelas quais passou levou-me a rir e, ao mesmo tempo, peguei-me com o livro no colo pensando na minha própria vida. Foi então que, depois de sair de uma depressão daquelas (entre o filme e o livro) por "n" outras razões, resolví me reinventar, retomei este blog, estou fazendo vários cursos sobre todos os assuntos que sempre me fascinaram - mas que eu nunca tinha tempo para me dedicar - quero voltar para a Faculdade, quero mudar de emprego. 


Às vezes a D. Solidão sempre me alfineta com comentários do tipo: "de que adianta tudo isso se você não tem ninguém com quem dividir suas experiências?", "sua cama continua vazia!", "garota, você já percebeu que não sabe mais namorar?". Mas, normalmente eu respondo, após alguns minutos de reflexão: "sou independente, criei meus filhos sozinha, pago minhas contas sozinha, por que vou oferecer tudo que tenho para um estranho que não vai me dar valor?". Sem contar que a cada dia, mês ou ano que passa, mais fico exigente, menos paciência tenho com cafajestes, conheço melhor os homens e acabo gostando mais do meu gato e do meu cachorro (os bichos mesmo)!"


Voltando ao livro que me inspirou, resolví destacar alguns trechos aqui que falarão por si. No mais, recomendo a leitura pois, como eu disse anteriormente, leva-nos a reflexões sobre a vida, onde as palavras solidificam os sentimentos.


"Se você quiser mesmo conhecer alguém, precisa se divorciar dessa pessoa." - caramba, que observação mais verdadeira! E não precisa ser usada necessariamente na condição matrimonial; pode ser encarada também num "divórcio" entre amigos.


"No amor desesperado, nós sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros, exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficando arrasados quando eles se recusam a desempenhar o papel que nós mesmos criamos." - mais conhecido como "ilusão"... essa traidora!


"Será que esta nossa vida tem de ser apenas dever?" - puxa, esta caiu como uma luva na minha vida!


"Acho que o que eu quero é aprender a viver neste mundo e desfrutar seus prazeres, mas também me dedicar à Deus." - eu também!


"Você faz parte do universo,... . Você é um pedaço dele, e tem todo o direito de participar das ações do universo, e de deixar claros os seus sentimentos". - tudo a ver com a Psicobiofísica, um dos assuntos o qual estou me dedicando.


"Aproximam-se de mim, silenciosas e ameaçadoras como detetives particulares, e me cercam - a Depressão pela esquerda, a Solidão pela direita. Sequer precisam me mostrar seus distintivos. Eu as conheço muito bem. Há anos que temos brincado de gato e rato." - sem comentários!


"É claro que todos nós inevitavelmente trabalhamos demais, e em seguida ficamos exaustos e precisamos passar o fim de semana inteiro de pijama, comendo cereal direto da caixa e olhando fixamente para a televisão em um estado próximo ao coma..." - é aí que eu pergunto: como vou pensar em morar com alguém se é assim que gosto de ficar de vez em quando? Isso não é nada sexy!


"O que você gostaria de fazer hoje,...? O que te daria prazer neste momento? Sem ter de pensar no que alguém mais iria achar, e sem mais nenhuma obrigação com que me preocupar, essa pergunta finalmente se tornou clara e absolutamente pessoal." - posso dizer que essa frase foi a chave para minha mudança de comportamento neste último mês.


"Mas eu sou inteiramente tragada pela pessoa que amo. Sou como uma membrana permeável. Se eu amo você, eu lhe dou tudo que tenho. Dou-lhe o meu tempo, a minha dedicação, a minha bunda, o meu dinheiro, a minha família, o meu cachorro, o dinheiro do meu cachorro, o tempo do meu cachorro - tudo. Se eu amo você, carregarei para você toda a sua dor, assumirei por você todas as suas dívidas (em todos os sentidos da palavra), protegerei você da sua própria insegurança, projetarei em você todo tipo de qualidade que você na verdade nunca cultivou em si mesmo e comprarei presentes de Natal para sua família inteira. Eu lhe darei o sol e a chuva e, se não estiverem disponíveis, dar-lhe-ei um vale de sol e um vale de chuva. Darei a você tudo isso e mais, até ficar tão exausta e debilitada que a única maneira que terei de recuperar minha energia será me apaixonar por outra pessoa. Não é com orgulho que revelo esses fatos sobre mim mesma, mas é assim que sempre foi." - esse parágrafo é um daqueles que mencionei acima. Quando me toquei, estava refletindo sobre ele, relendo e me identificando plenamente. É, essa sou eu!


E encontrei tudo isso só nos capítulos narrados na Itália!


Bem, com essa revelação, paro por aqui e deixo as outras frases que me chamaram a atenção para uma outra postagem.


Se você já leu o livro também, comente! Será um prazer trocar figurinhas. (ih, olha eu buscando o prazer de novo... -rs-)

11 de jul. de 2011

A Difícil Arte de Administrar



Ser Consultora Administrativa em uma empresa de pequeno porte não é uma missão fácil, independente do seu tempo de vida no mercado. E quanto mais tempo ela possui, pior é.


Leio muito sobre gestão, liderança, equipe, qualidade, ISO, indicadores, enfim, zilhões de processos e procedimentos da minha área, procurando manter-me atualizada com todo esse fascinante universo da Administração. Acredito que uma empresa, independente do seu porte, deve seguir todos esses parâmetros adaptados à sua estrutura, a fim de desenvolver-se saudavelmente no mercado competitivo, mesmo enfrentando alguns distúrbios financeiros e humanos, como é rotineiro.


Mas acredito também que esses mesmos distúrbios podem ser amenizados quando aplicadas as técnicas e ferramentas que os conhecimentos da boa administração nos fornece.


Entretanto, como observadora e enquanto elemento atuante na minha atual atividade profissional, encontro dificuldades que se não fossem trágicas, seriam cômicas.


E não é somente no local onde trabalho; pude observar em outras empresas, de portes variados, em que ora eu atuava como líder, ora como subordinada, ora como cliente, ora como fornecedora, que existe uma dificuldade na sua estrutura organizacional e funcional que beira a solidificação em termos de conceitos ultrapassados, comportamentos paleolíticos e resistência às mudanças.


Pela minha análise, cheguei à uma conclusão que somente uma legislação adequada (e sobre esta legislação falarei em uma próxima postagem) poderia equacionar esta situação que é mais comum do que se possa imaginar, pois está escondida sob o tapete das organizações privadas.


Um profissional de qualquer área (engenharia, medicina, direito, magistério somente para citar alguns) sai da faculdade, consegue abrir seu consultório/escritório, pretendendo exercer sua atividade. Começa na maior parte das vezes sozinho, ou com um sócio, e tendo apenas um ou dois elementos de base para compor o empreendimento que montou para atender ao seu público alvo.


Na maior parte das vezes, desconhece a existência de um plano de negócios, ou, se conhece, foi porque assistiu a alguma palestra da Firjan ou do Sebrae, ou teve um semestre de noções em administração, ou leu algum livro sobre o assunto mas resolve pular algumas etapas pois não tem tempo para se dedicar ao planejamento sério. Afinal, isso não é necessário pois o que interessa é encontrar clientes, fornecer o serviço com o qual está razoavelmente familiarizado e ganhar dinheiro.


"O corpo administrativo é um mal necessário, é considerado pessoal improdutivo" disse-me um empresário certa vez. "Mas tenho que mantê-lo menor que a equipe operacional". Entenda-se por "corpo administrativo" o mínimo de pessoal possível para atender o departamento pessoal, TI, recursos humanos, compras e controle financeiro (contas a pagar e a receber). Talvez um elemento para servir de mensageiro, caso o pessoal interno não possa se revezar para resolver os assuntos externos.


Deste corpo administrativo espera-se que saiba convencer os colaboradores de que seu salário está correto, de que não há verba para oferecer nenhum benefício a mais, orientá-los sobre o correto procedimento enquanto funcionário da empresa (seguindo a cartilha do empregador), economizar mais e investir menos, onde investir é sinônimo de cursos, palestras, confraternizações, móveis ergonômicos, upgrade na informática e outras "bobagens" que não são contabilizadas como prioridades.


Formulários, de qualquer espécie, somente quando há tempo de preenchê-los pois, na pressa, as instruções, pedidos, comunicados, ordens, são feitas por telefone, rádio ou pessoalmente, sem necessidade de registro. Depois, utiliza-se a velha técnica do "não sei", "não lembro", "pensei que o responsável era o fulano", "não é comigo", "ninguém me disse nada", "eu não sabia"...


Essa mesma técnica é utilizada quando um dos colaboradores falta e, somente ele, sabia fazer aquele serviço, tendo tudo registrado...  em sua mente. Os que ficam adoram usar essas expressões, evitando-se assim assumir qualquer responsabilidade sobre o evento, seja lá qual for.


O horário de saída é rigorosamente observado, parecendo haver um alarme desses de fábrica, só que silencioso e invisível que, ao tocar faz com que os funcionários larguem o que estiverem fazendo (isso se já não haviam largado uns 10 minutos antes para o ritual do fim de expediente - café, ida ao banheiro, maquiagem, troca de uniforme, telefonemas pessoais...) e saiam desesperadamente para fora do recinto que os aprisionava.


E se o empresário consegue se manter no mercado mesmo com todo esse cenário aparentemente catastrófico, não há Administrador que o convença de que precisa mudar. Mesmo que ele concorde com suas orientações e teorias, acredite, é apenas para passar para você a ilusão de que ele entende o que você está expondo, de que suas idéias são ótimas, mas "vamos aplicá-las em um momento mais oportuno". 


Quando você consegue, entre um serviço e outro (porque afinal, você é um profissional multitarefa) levantar alguns indicadores, planilhas e relatórios para ilustrar suas assertivas, ele - o empregador-diretor-patrão - concorda com você, diz que suas sugestões serão implantadas, e o autoriza a tomar todas as medidas cabíveis para que a solução apresentada se consolide.


Mas, não se iluda. Ao menor sinal de não adaptação ao novo sistema implantado por qualquer um dos membros da supervisão e/ou direção, tudo volta ao marco zero, tal como quando você entrou na empresa. Afinal, "sempre foi assim, era muito melhor quando não tínhamos papéis para preencher... sempre funcionou! Não entendo tanta burocracia!"


Funcionou?!? Com um índice estratosférico de reclamações, trabalhos e retrabalhos exaustivos "apagando incêndios", malabarismos financeiros, desgaste, estresse, desmotivação coletiva?


Bem, este artigo é apenas a ponta do iceberg que pretendo explorar durante algumas publicações.


E se você quiser participar, coloque seu comentário aqui. A ideia é coletar o maior número de exemplos e, quem sabe, criar alguma solução de modo a alterar este cenário de pandemônio organizacional.



10 de jul. de 2011

Soluções Criativas - 2ª parte

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Em 2009 fiz minha primeira publicação sobre Soluções Criativas mostrando, através de imagens, como o ser humano consegue elaborar as mais diversas (e porque não dizer criativas) soluções para os seus problemas do dia a dia.


Criou-se então, na comunidade internauta, o "Troféu Gambiarra 2009" pois essas criaturas não se contentam em apenas resolver seus probleminhas, mas também o divulgam na rede para que outros mortais tenham uma opção para o caso de terem que enfrentar os mesmos desafios.


Esta semana, recebí por e-mail mais algumas soluções práticas para probleminhas comuns.
Por exemplo:


Você está em um acampamento ou em qualquer outro lugar com seu garfo esperando a comida chegar. Mas eis que surge um prato de sopa. Como fazer? Simples:


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Pintou um churrasco de última hora na sua casa, a geladeira está cheia de comida e não tem um latão para colocar a cerveja? Então:


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Está no meio do churrasco e ninguém consegue encontrar o abridor? Essa solução é muito comum nos bares de esquina aqui do Rio:

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Essa é para aqueles que adoram livros, e não tem onde mais colocar tantos. Então, descarregam uma carga em cima de uma mesinha que, coitada, não tem estrutura para tanto peso. Acreditem, já ví algo assim:


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Essa é uma solução caseira. A cafeteira pifou, são 5 horas da manhã. Você não sai sem tomar um cafezinho quentinho. Então:


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Agora, para os motoristas. Tá meio sem grana para colocar um som?


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E que tal um GPS?


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O cinto arrebentou?


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Agora a ganhadora do prêmio. Para os papais de plantão (porque as mulheres nunca fariam isso), vai uma opção para a ausência da fralda:


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Pessoalmente, de todas essa foi a solução mais estapafúrdia que já ví. Agora imaginem este bebê no futuro... O trauma que os pais causarão nessa criança quando ela souber do que foi vítima... Sem comentários.


Se vocês encontrarem mais fotos desse tipo, podem mandar para mim. Terei imenso prazer em publicá-las comentando sua participação.

5 de jul. de 2011

Jesus Extraterrestre



Blasfêmia? Ultraje?


Não, apenas o estudo sobre Este que foi para mim o maior Ser Iluminado que já pisou em nossa humilde orbe, sob um novo olhar analítico e, convenhamos, o tema não tem nada de surreal.


Partindo de pesquisas em documentos históricos como a Bíblia, evangelhos apócrifos, documentos sumérios, só para citar alguns, Leo Mark lançou o seu primeiro livro da trilogia "Jesus Extraterrestre", com o subtítulo "A Origem".


Adquirí o áudio-livro mês passado e já estou nos capítulos finais. Posso antecipar que é fascinante, empolgante, onde a ficção e fatos obtidos dos estudos mencionados são mesclados de tal forma que um leigo no assunto tenderá a achar que trata-se apenas de ficção.


Embora, pessoalmente, eu prefira uma leitura mais catedrática (e porque não dizer didática) do tema, a maneira como os fatos históricos são inter-relacionados, nos conduz a explicações plausíveis para alguns mistérios que fascinam os mortais sedentos de informação como essa que vos escreve.


Bem, mistério nos leva a especulações sobre acontecimentos sobrenaturais (para mim, completamente naturais), teorias da conspiração, ufologia, filosofia, espiritualidade, religiosidade, discussões polêmicas, enfim, um leque de elementos que estudo desde meus longínquos 14 anos de idade.


A origem de Jesus para mim não foi uma revelação já que basta analisar o Novo Testamento com um olhar mais atento, para percebermos os vários sinais que Jesus deixou de que não pertencia a este mundo. Mas sobre este assunto, dedicarei um artigo exclusivo. 


Voltando à publicação, não posso opinar sobre a versão impressa mas, como audiolivro, os diálogos e a forma como é narrado nos mostra que a idéia de tempo-espaço a que estamos acostumados a vivenciar é na realidade uma sequência atemporal onde fins e meios são justificados no passado, presente e futuro. Isso se explica pela técnica de fazer-nos pular do Big-Bang ao nascimento de Jesus, do 11 de setembro de volta ao passado com o assassinato de J.F.Kennedy, em um emaranhado de fatos e informações que mantém um estreito relacionamento entre si.


Lançado simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos, a obra promete abalar as estruturas da igreja e da sociedade. Com a proximidade de 2012, obras do gênero são o tipo de literatura mais procurada, até pelos céticos. 


O autor já ganhou o apelido de Dam Brown brasileiro e acredito que esteja esperando o melhor momento em que todos estiverem esfomeados pela continuação, quando todos os caminhos para divulgação do primeiro volume estiverem esgotados, para tirar da gaveta o segundo volume. Aliás na entrevista com Ronnie Von, ele comentou que está com viagem marcada para o final do ano, momento em que estará nos Estados Unidos negociando com produtores cinematográficos a filmagem da primeira "fornada".


Como pesquisadora, gostaria que o autor disponibilizasse mais elementos históricos em seu site a fim de estruturar melhor sua tese com base em elementos palpáveis, como fez em um dos seus artigos no site jesuset.com.br, em que abordou a publicação em 2004 no DailyMail (jornal Inglês) sobre a exigência do então presidente americano J.F.Kennedy ao diretor da CIA (agência criada no mesmo mês em que aconteceu o "caso Roswell") para que compartilhasse todos os documentos secretos sobre UFOs.


Existem momentos no audiolivro que considero fantasiosos mas, como possuo a mente aberta, a exposição de material para estudo dos internautas, bem como a bibliografia, seria muito bem vinda. 


Fica então a sugestão e aguardo ansiosamente seus comentários.



29 de jun. de 2011

Saudades - 2º capítulo (Justiça em Dobro)



Em 2009 cheguei a começar o que pensei ser uma série de postagens, relembrando seriados antigos, mas acabei escrevendo somente sobre uma: Eu, a patroa e as crianças.


Agora, recuperando o tema, vou ao segundo capítulo da saga naftalina (kkk).
Hoje vou falar sobre um seriado que embalou meus sonhos de pré-adolescente: "Starsky & Hutch - Justiça em Dobro".


Lançado na década de 70, seria o piloto do segmento Miami Vice (sobre esse falarei no próximo post). Contava a história de dois policiais das ruas de Nova York, combatendo bandidos, traficantes e cafetões. Com o temperamento calmo e ponderado, Kennedy Hutch vivido por David Soul, contrastava com o agitado e impaciente David Michael Starsky, muito bem caracterizado por Paul Michael Glaser, que não largava seu Ford Grand Torino 74, vermelho, ostentando uma lista branca na lateral, que fez com que muitos rapazes da época pintassem seus Mavericks.




Hoje, David Soul vive engajado em questões como controle de armamento e violência, proteção de animais, direitos humanos, além de seguir carreira na música. Mas sua forte amizade com Paul permanece íntegra, raro de se ver hoje em dia. David costuma contar que houve uma ocasião em que tiveram que gravar nada menos que 67 vezes a mesma cena pois a todo momento se entreolhavam e riam sem parar.






Já Paul, ator, diretor e escritor, perdeu a esposa por causa do sangue contaminado que ela recebeu de uma transfusão, tornando-a soropositiva sem que ela soubesse, passando a doença para a filha através do leite materno, que também não resistiu e faleceu. O segundo filho, também com Aids, continua vivo e acredita-se, vencendo a doença.


Starsky & Hutch ganhou uma roupagem nova com versão cômica para o cinema, interpretados por Ben Stiller e Owen Wilson.






Fica registrada então, a homenagem a esses dois grandes atores.

26 de jun. de 2011

Quem somos nós? (Física Quântica)



Engraçado como tudo o que mexe com nossa zona de conforto é deletado ou exilado no nosso cérebro.
Estou fazendo um curso de Psicobifísica (ou Parapsicologia, como queiram) conforme já contei aqui.


Por sugestão do professor Marcio Pontes, psicólogo e parapsicólogo, estou lendo "Quem Somos Nós", livro publicado após o filme de 2004 (exibido no Brasil em 2005).


A quantidade de informação recebida através desse estudo, que agora resolví empreender, é gigantesca e a título de ilustração, resume-se no seguinte:
O que nós sabemos que sabemos;
O que nós sabemos que não sabemos; e
O que nós não sabemos que não sabemos.

Fred Alan Wolf, Físico Quântico (Dr. Quantum), disse: "A grande jogada da vida não é saber, mas mergulhar no mistério". E estou mergulhando de cabeça.


Há décadas esse assunto me fascina e agora, com o advento da internet e as possibilidades de livros à nossa disposição, posso me deliciar com um tema tão controverso.


Como ainda não cheguei na metade do livro e assistí o filme-documentário somente uma vez (estou mastigando as entrevistas - são 4 CDs), não me sinto ainda à altura para debater sobre o assunto, embasada nas pesquisas que comecei a me dedicar com mais afinco.


Posso adiantar que tudo o que lí até agora faz sentido. Estamos tão presos às convenções, aos dogmas e aos paradigmas, que não percebemos o volume de informações irreais (tidas como reais) que são empurradas goela abaixo em nosso dia a dia, em sua grande maioria, vinculadas aos três elementos mencionados (convenções, dogmas e paradigmas).


A realidade é maya, é ilusão, vivemos em um mundo criado por pensamentos coletivos. Mas se você tiver a coragem de criar o seu mundo, o jeito como você passará seu dia, através da disciplina do seu pensamento, você conseguirá se desconectar de "Matrix" e verá tudo de maneira completamente diferente. Mas terá que ter coragem de sair da sua zona de conforto, como mencionei no primeiro parágrafo.


Eu comecei a perceber essa relação da mecânica quântica (natureza probabilística gerada por ondas eletromagnéticas) com a minha consciência, sem saber exatamente o que estava fazendo, por intuição, por impulso, como tentativa de consertar o que eu entendia que estava errado na minha vida. 


Somos alimentados diuturnamente com informações trazidas pelos 5 sentidos, principalmente pela visão. Entretanto a maioria de nós ignora a intuição, a forma como o cérebro recebe e processa essas informações, as ligações neurais que são realizadas através da repetição, não conseguimos entender que não estamos no Universo. Na realidade, nós somos o Universo. A energia existe e está dentro de nós. Deus existe e está dentro de nós. Jesus nos disse isso e quase ninguém entendeu...


Heinsenberg, um dos fundadores da física quântica, demonstrou que nos experimentos científicos, o que vemos não é a natureza em si, mas a natureza submetida ao nosso modo peculiar de interrogá-la, ou seja, nós interferimos nas reações, mesmo como observadores, porque nossa energia é direcionada ao elemento observado. E isso funciona na nossa vida também.


Então, "por que continuamos a criar a mesma realidade? Por que continuamos com os mesmos relacionamentos? Por que repetimos os mesmos empregos o tempo todo?
Nesse mar infinito de potencialidades dentro de nós, por que continuamos a criar as mesmas realidades?" extraído do livro "Quem Somos Nós" ("What the Bleep do We Know"), de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente. 


Essas e tantas outras perguntas são feitas no livro e, lendo-o, você aprende a refletir e, talvez, alterar o modo como encara a vida, mesmo que devagar. Afinal, uma das definições de insanidade de acordo com Einsten, é fazer a mesma coisa vezes seguidas, esperando obter um resultado diferente.


Na contramão desse estudo, encontrei uma série de pessoas na internet que fazem coro aos diversos físicos da comunidade científica que se sentem ofendidos, não só com a mecânica quântica, como com relação à interdependência apresentada entre o material, a consciência e a espiritualidade.


Na própria Wikipédia, a capacidade de auto cura é criticada, assim como "(...) Reivindicam, por exemplo, que os seres humanos têm a potencialidade para criar sua própria realidade; o Dr. Miceal Ledwith afirma mesmo que os seres humanos têm a potencialidade de andar na água.


Essa posição me leva a crer que a própria vida de Jesus é por eles contestada.
Pense nisso e dê sua opinião. Pretendo formar um grupo de estudos em breve e se você estiver interessado, poste um comentário.


N.A.: O livro pode ser comprado no Submarino.

Fotos sensacionais com corpos humanos





Observe bem esta foto. O que você vê? Uma borboleta? Claro, mas, do como ela foi feita?
Com corpos que pintados, posicionados e retratados, deu origem a esta criação digital.
Nas minhas andanças pela internet encontrei no blog http://estou-sem.blogspot.com/2011/06/as-flores-criadas-com-fotografias-de.html fotos sensacionais criadas por Cecelia Webber, como esta que abre o post.
Admiro a capacidade criativa de algumas pessoas e quis compartilhar com vocês, como fiz com as fotos de Jamie Beck.
Acredito que devemos encher nossa mente com belas imagens, inspiradoras, acolhedoras, gratificantes, pois do contrário, estaremos fadados a alimentar a depressão, o desânimo, o estresse, e tantas outras anomalias físicas reduzindo consideravelmente nossa qualidade de vida.
Portanto, visitem o blog da artista e se deixem envolver pela beleza e riqueza das fotografias.

O futuro da fotografia artística



Recebí um e-mail de um colega mostrando o trabalho de Jamie Beck, fotógrafa de Nova York que, em parceria com o web designer com formação gráfica Kevin Burg, criou uma série de gifs animados chamados de "cinemagraphs". São fotos lindas e com movimento, mas não como os gifs animados usados em chats ou mensagens. Essas são especiais e olhando-as percebí que podem vir a ser o futuro das fotos digitalizadas. 


Imagine seu porta retrato digital que mostra fotos dos seus filhos sorrindo, piscando, dando tchauzinho, ou de uma paisagem com o vento brincando com as folhas da árvore, enfim, são mil idéias que farão o sucesso da tribo "hi-tech".


Um trabalho artístico de primeira qualidade. 


Postei mais duas fotos mas se você quiser conhecer melhor o trabalho desta artista incrível, visite seu blog em em http://fromme-toyou.tumblr.com/tagged/gif ou procure no google por "Jamie Beck". Garanto que não se arrependerá.







25 de jun. de 2011

Onze cachorros e um homem

Hoje vou transcrever um artigo que lí no blog http://canilmadjarof.blogspot.com/2011/06/morador-de-rua-cuida-de-11-caes.html.
Sou apaixonada por animais, considero-os nossos irmãos menores e acredito que aqueles que maltratam os animais não são pessoas confiáveis sob nenhum aspecto. Ainda recentemente escreví sobre o que o exército americano faz com os cachorros de sua unidade militar.
No entanto, no caso abaixo relatado, há um exemplo de amor incondicional, de um homem sem recursos, morador de rua, cuja vida é cuidar de onze cachorros, também abandonados e maltratados. 
Se você mora em São Paulo e tem amor pelos animais mas não pode tê-los, doe um pouco da sua atenção. Acredite, você fará a diferença.



Rogério é um morador de rua que vive numa carroça coberta com 10 cães, entre eles, alguns encontrados em condições extremas - espancados pelos antigos donos, jogados pela janela de um caminhão, doentes, abandonados e esfomeados, largados ao léu, amarrados em postes etc.

Vive de doações de ração, remédio e comida. Os cães são muito bem tratados, mas dependem do amor e do carinho que o Rogério tem por eles e da caridade daqueles que o conhecem e admiram. 
Olhem a limpeza dos cobertores! Muitos donos de cães e gatos, com casa própria e condições financeiras, não têm o mesmo amor, respeito, e o cuidado com seus animais de estimação...
Ele fica próximo a pontos de ônibus na Avenida Georges Corbusier, após a Rua Jequitibás (região do Jabaquara, em São Paulo). Os cães não atrapalham ninguém, são muito educados e simpáticos, e todos eles - machos e fêmeas -, são castrados, e passam boa parte do dia dentro da carroça.

Ele é muito querido pelos comerciantes da região, mas o problema é durante a madrugada, onde bêbados ao volante e garotos usuários de droga da região tem sido um constante perigo. Rogério já foi espancado por jovens que chegaram a jogar álcool nele enquanto dormia com os cães dentro da carroça, por sorte não tiveram tempo de acender o fósforo, pois um dos cães latiu e o avisou do perigo.

Ele é um exemplo de como uma pessoa pode se doar. Alguém nas condições dele poderia ter escolhido outros caminhos, mas Rogério demonstrou coragem e decidiu perseverar. Além de ser uma pessoa de muito valor, faz caridade pra deixar muito bacana por aí no chinelo. Sua presença ilumina os lugares por onde passa, mas ele já está cansado e também não é mais tão jovem assim.

São muitas as agressões que ele e os cachorros vêm sofrendo, que vão desde o assalto ao espancamento, até atentados contra a vida; como esfaqueamento e atropelamento. Enfim, é muito sofrimento para alguém que luta tanto. Na região todos o conhecem e apreciam, tanto que na última vez que uma turma veio bater nele porque queriam roubar suas coisas, o dono de um bar próximo saiu para enfrentar os safados e começou a dar tiros, colocando todos em fuga. Mesmo assim, o Rogério passou dois dias no hospital por conta dos machucados recebidos e, se não fosse pela intervenção do dono do bar, os cachorros já seriam órfãos.

Assim, diante de tudo isso, peço que ajudem a divulgar esta história para que o Rogério possa conseguir uma oportunidade que lhe propicie melhores condições de moradia e de vida, em qualquer cidade, para que ele possa cuidar não somente dos seus, mas de outros tantos cães abandonados por esse Brasil e que precisam de muitos cuidados e de carinho. Já lhe ofereceram abrigo, mas desde que os cães ficassem para trás. O Rogério recusou, pois para ele, estes cães são como filhos; são sua família.

Outro dia ele estava levando todos os cães a um pet shop para tomarem banho - 11 cachorrinhos felizes – eram originalmente 10, mas agora apareceu mais um, um fox paulistinha que eu não conheci porque no momento que conversávamos estava no banho. Ele disse que havia passado remédio contra pulgas nos cachorros e que o tal remédio é meio melado, e então teve que dar banho em toda a tropa... Perguntei quanto ele iria gastar para dar banho em todos os cachorros e ele, sorrindo como sempre, disse que a moça do pet shop o ajudava e não cobrava nada. Santa alma! Aí eu perguntei a ele – e você? Onde toma banho? Ele me respondeu que tomava banho no posto de gasolina da esquina, banho frio, gelado mesmo. Disse que como era nordestino, estava acostumado.

Às vezes faltam palavras que possam definir a grandeza de uma alma como esta, que mesmo não tendo quase nada para si, dá o pouco que tem para minorar o sofrimento desses pobres animais de rua. Muito mais importante dos que a aparência, a riqueza e o poder ostentado pelas pessoas, são suas atitudes e seus valores éticos e espirituais.

Cada dia que passa, aprendo a admirar cada vez mais o ser humano que ele é.