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31 de jan. de 2018

Drone Letal - A ameaça em um futuro não tão distante




Recebi este vídeo pelo Whatsapp e quase enfartei... Não conseguia acreditar na capacidade de destruição criada pelo ser humano, não bastasse todo o tipo de armas de destruição existentes no planeta.

Curiosa, fui buscar mais informações e finalmente senti um certo alívio pois esta arma ainda não foi criada.

Trata-se de um curta encomendado pelo Future of Life Institute, para conscientização sobre o futuro possível da tecnologia armamentista, apresentado na Convenção das Nações Unidas sobre Armas Convencionais realizada em novembro/2017 em Genebra.

Baseado na junção de tecnologias já existentes como os drones armados semi-autônomos utilizados em incursões militares, reconhecimento facial, nanotecnologia e inteligência artificial, este vídeo fictício serve de alerta para um futuro nada convidativo. Já existem campanhas para proibir a fabricação de robôs assassinos e armas letais autônomas através de uma Carta Aberta que já conta com a assinatura de mais de 300 cientistas (incluindo Stephen Hawking).

Este futuro negro me fez lembrar um dos episódios de Black Mirror chamado “Hated in the Nation” em que abelhas robôs, inicialmente criadas para resolver o problema da extinção das abelhas são hackeadas e utilizadas para assassinar aqueles que recebem mais votos na lista dos mais odiados da nação.

Abaixo, o link do vídeo bem como outros links para você pesquisar sobre o assunto e, por favor, não deixe de dar sua opinião. Gostaria de saber se você acha que essa arma pode se tornar realidade e qual o limite para a Inteligência Artificial com fins militares.


Links para saber mais sobre o assunto:







4 de out. de 2011

Rumo ao Futuro

Imagem: www.uc.pt/fctuc/noticias/2010/n20100415n02

Imagine levar seus filhos ao zoológico para, dentre outras espécimes, ver um dinossauro, ao vivo e a cores, onde vivo quer dizer exatamente vivo!

Ou então você resolve fazer uma reforma em sua casa ou apartamento e contrata pela internet o projeto que mais lhe agrada. Em uma data pré-definida, sua casa é invadida por pequenos robôs que levantam paredes, fazem a hidráulica, a elétrica e em uma ou duas horas, sua casa está pronta, e os nanorobôs vão embora, deixando sua casa totalmente reformada como você queria.

Os tecidos inteligentes da sua roupa emitirão um aviso ao hospital caso detectem alguma alteração anormal no seu batimento cardíaco, pressão arterial ou células epiteliais que possam vir a comprometer sua saúde, providenciando imediatamente a prevenção de qualquer doença.

Em casos de cirurgia, um nanocirurgião entrará no seu corpo através de uma pílula e fará a cirurgia, com cortes precisos, guiada por médicos que estarão acompanhando pela tela de um computador. Posteriormente será expelido por vias normais.

Lentes de contato transmitirão páginas da web diretamente em sua retina, sempre que você precisar fazer alguma consulta sobre uma pessoa, um local ou necessitar de uma tradução.

Essas e outras tantas histórias não são roteiro de nenhum filme de ficção científica. Fazem parte das 80 tecnologias que serão desenvolvidas nas próximas 8 décadas, publicadas no livro Physycs of the Future (Física do Futuro) do engenheiro Michio Kaku, um dos pais da teoria dos campos de corda (Física Quântica).

“Não sou um escritor de ficção científica. Tudo o que menciono é baseado na realidade.”, diz Kaku que coletou informações com alguns dos mais conceituados pesquisadores em várias áreas da ciência, sendo que algumas pesquisas já estão em andamento.

De acordo com ele, conseguiremos fabricar braços, pernas e órgãos utilizando informações contidas no nosso DNA, em substituição aos desgastados ou perdidos, que nos permitirá viver por mais de 150 anos. Aparelhos como celulares poderão diagnosticar anomalias (como em Jornada nas Estrelas) apenas passando-o por nosso corpo.  

Poderemos recriar dinossauros, cavalos alados ou ressuscitar o neandertal.

Com certeza, algumas dessas previsões parecem fantásticas mas não há dúvidas quanto ao progresso da tecnologia na última década.  Eu mesma arrisco prever que a televisão, em um futuro não tão distante, transmitirá imagens holográficas no meio de nossa sala, permitindo que possamos apreciar um filme de todos os ângulos, em 3D.

Quem viver, verá...

Fonte: Galileu n° 238 – Maio 2011