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10 de mai. de 2012
20 de abr. de 2012
A Floresta Brasileira precisa de você
Domingo, dia 22 de abril é o Dia da Terra.
Mas não será um dia de comemoração para nós, brasileiros. Será um dia de luta. Por que?
25 de nov. de 2011
Nos tempos da vovó...
Como vocês sabem, recebo diversos textos pela internet cujas mensagens são dignas de serem propagadas.
O texto abaixo fala sobre a crise que o planeta está passando atualmente, onde procuramos salvá-lo desesperadamente para que as gerações futuras não o encontrem completamente destruído, transformando a ficção das telas de cinema em realidade. Mas atrás de toda essa preocupação, há uma caça às bruxas em que as pessoas, em uma insana busca pelos culpados, insistem em acusar os antepassados.
Entretanto, em um simples diálogo imaginário, uma personagem travestida como uma senhora idosa, responde à altura essas acusações. Acompanhem essa conversa e opinem:
Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.""Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pallets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
14 de ago. de 2011
14 de Agosto - Dia do Combate à Poluição
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| Névoa de poluição concentrada no Rio de Janeiro Fonte: Notícias Terra |
Hoje é o Dia do Combate à Poluição. Como escreví esse artigo no domingo, pesquisei na internet e encontrei o site do Inea - Instituto Estadual do Ambiente, aqui no Rio de Janeiro, que avalia a qualidade do ar no Estado, emitindo boletins diariamente, após as 15 horas.
Somente por curiosidade, resolví pesquisar a qualidade do ar na região e eis o que apareceu. Detalhe: não importa se meu filtro de pesquisa é Norte Fluminense, Médio Paraíba ou Região Metropolitana. O quadro apresentado será sempre o mesmo, contendo as informações genéricas das três regiões. Sugiro ao órgão que verifique a informação para que a torne mais específica. Estando eu na Zona Oeste, onde me encaixo? Ou não há medição por aqui?
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No quadro acima, vemos que Pilar, em Duque de Caxias, possui a qualidade do ar no nível inadequado e em Vista Alegre, Barra Mansa, é crítica. Com exceção de Santa Cecilia em Volta Redonda e Macaé, cuja medição acusou boa qualidade, os demais pontos de medição considerou o nível como regular. O que para mim não é bom. Será que existe alguma ação para minimizar os danos? Desconheço.
Quanto à nossa colaboração, espero que cada um de nós reduza a poluição que afeta nosso planeta da melhor maneira possível, pois pequenos gestos influenciam mais do que vocês possam imaginar.
Oferecer carona, separar o lixo se houver um sistema de coleta seletiva em seu bairro, não jogar lixo no chão, não poluir os rios que cortam nossa cidade com sacos de lixo, móveis velhos e outras quinquilharias, são pequenas ações que fazem muita diferença.
POLUENTES ATMOSFÉRICOS
"Entende-se como poluente atmosférico qualquer forma de matéria ou energia com intensidade e quantidade, concentração, tempo ou características em desacordo com os níveis estabelecidos, e que tornem ou possam tornar o ar: impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde; inconveniente ao bem-estar público; danoso aos materiais, à fauna e flora; prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e as atividades normais da comunidade". (Resolução Conama nº 03/90).
A determinação sistemática da qualidade do ar restringe-se a um grupo de poluentes universalmente consagrados como indicadores da qualidade do ar, devido a sua maior freqüência de ocorrência e pelos efeitos adversos que causam ao meio ambiente. São eles: dióxido de enxofre (SO2), partículas totais em suspensão (PTS), partículas inaláveis (PM10), monóxido de carbono (CO), oxidantes fotoquímicos expressos como ozônio (O3), hidrocarbonetos totais (HC) e dióxido de nitrogênio (NO2).
Fonte:http://www.inea.rj.gov.br/fma/qualidade-ar.asp#poluentes9 de ago. de 2011
Tubarão: Fera Assassina ou Vítima?
Como parte do meu programa de denúncias, hoje vou falar sobre um artigo que recebí do Instituto Ecológico Aqualung, localizado aqui no Rio de Janeiro.
Esse Instituto dirigido pelo biólogo Marcelo Szpilman administra cursos relacionados ao meio ambiente e mantém vários projetos de defesa da fauna marítima, dentre eles o PROTUBA.
Sempre que tomamos conhecimento de acidentes causados nas praias por tubarões, nos vêm à mente aqueles seres monstruosos, que há décadas acompanhamos através de filmes hollywoodianos, e dos quais torcemos pela extinção simplesmente por ignorância e medo.
Lendo o artigo, mudei completamente minha ideia sobre este ser que habita os mares, no topo da cadeia alimentar. Não que seja minha intenção acariciar um tubarão, mesmo que sob supervisão de um profissional em alguma atividade de mergulho, mas consigo enxergá-lo com olhos mais humanos e cônscios da sua real necessidade e presença nos oceanos.
De acordo com o biólogo, baleias, golfinhos e tartarugas arregimentam simpatizantes para suas causas pela simples empatia que causam. Já o tubarão, é fadado ao repúdio e pavor que causa às pessoas, principalmente às que residem próximo ao litoral. Entretanto ele possui uma imensa importância na manutenção do equilíbrio e da saúde da vida marinha.
Iguais aos leões africanos e tigres asiáticos, esse predador oceânico mantém o controle populacional de suas presas e exercem importante papel na seleção natural ao predar os mais lentos e os mais fracos. Ao comerem animais doentes, feridos e mortos, atuam como os urubus que limpam as carniças dos ambientes terrestres. Sem este papel, teríamos que conviver com o mau odor dos corpos de animais jogados nas encostas de estradas e vias públicas, tornando o ar irrespirável; paralelamente, em ambiente marinho, o oceano se desorganizaria, alterando a complicada teia alimentar dos mares.
Como exemplo disso, em 1980 na Austrália, a pesca excessiva de tubarões provocou uma explosão na população de polvos que resultou em uma série crise na pesca de lagostas. A extinção do tubarão-branco, por exemplo, aumentaria a população de focas e leões-marinhos que consumiriam muito mais peixes, levando à redução de estoque para a população; tal reação chegariam às algas planctônicas, maiores produtores de oxigênio do planeta, ou seja, uma total catástrofe.
Mas, o que me deixou mais horrorizada foi a forma de pesca predatória de determinadas espécies para extração de partes de seu corpo com objetivos de obter produtos específicos que não possuem embasamento científico, tal como pênis de tigre, pata de tartaruga marinha ou chifre de rinoceronte, que são extraídos por possuírem supostamente efeito afrodisíaco. Após a captura do animal, os pescadores cortam fora suas nadadeiras, atirando sua carcaça de volta ao mar, ainda vivos, porém mortalmente aleijados, sangrando até morrer, para serem comidos por outros peixes, sem chance de defesa.
Quando pescados para fins de consumo da carne, utilização da pele ou farinha para ração de cães e gatos, 80% da carcaça do tubarão é desperdiçada pois não é economicamente viável por deteriorar muito rapidamente.
Das 88 espécies de tubarão que vivem em nosso litoral, 33 já estão ameaçadas de extinção pelo Ibama, Iucn (União Internacional para a Conservação da Natureza) e CITES (Convenção para o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora). Isso representa 37,5% de espécies ameaçadas... Em todos os oceanos, são aproximadamente 70 milhões de tubarões mortos para abastecer este comércio irracional.
Se você entendeu o tamanho da calamidade e gosta de fazer a sua parte como a história que contei aqui do beija-flor, existe um abaixo-assinado contra o Finning (nome dado a este tipo indiscriminado de pesca, promovido pelo Instituto e que roda pela internet, determinando que todos os tubarões pescados em águas brasileiras deverão estar com suas nadadeiras íntegras e no corpo do animal) através do endereço http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N5037.
Não custa nada e você poderá engrossar a lista de repúdio contra essa prática absurda.
Mais informações, você poderá ler em uma das revistas do Instituto, cuja manchete é a que abre esta postagem.
5 de jul. de 2011
Jesus Extraterrestre
Blasfêmia? Ultraje?
Não, apenas o estudo sobre Este que foi para mim o maior Ser Iluminado que já pisou em nossa humilde orbe, sob um novo olhar analítico e, convenhamos, o tema não tem nada de surreal.
Partindo de pesquisas em documentos históricos como a Bíblia, evangelhos apócrifos, documentos sumérios, só para citar alguns, Leo Mark lançou o seu primeiro livro da trilogia "Jesus Extraterrestre", com o subtítulo "A Origem".
Adquirí o áudio-livro mês passado e já estou nos capítulos finais. Posso antecipar que é fascinante, empolgante, onde a ficção e fatos obtidos dos estudos mencionados são mesclados de tal forma que um leigo no assunto tenderá a achar que trata-se apenas de ficção.
Embora, pessoalmente, eu prefira uma leitura mais catedrática (e porque não dizer didática) do tema, a maneira como os fatos históricos são inter-relacionados, nos conduz a explicações plausíveis para alguns mistérios que fascinam os mortais sedentos de informação como essa que vos escreve.
Bem, mistério nos leva a especulações sobre acontecimentos sobrenaturais (para mim, completamente naturais), teorias da conspiração, ufologia, filosofia, espiritualidade, religiosidade, discussões polêmicas, enfim, um leque de elementos que estudo desde meus longínquos 14 anos de idade.
A origem de Jesus para mim não foi uma revelação já que basta analisar o Novo Testamento com um olhar mais atento, para percebermos os vários sinais que Jesus deixou de que não pertencia a este mundo. Mas sobre este assunto, dedicarei um artigo exclusivo.
Voltando à publicação, não posso opinar sobre a versão impressa mas, como audiolivro, os diálogos e a forma como é narrado nos mostra que a idéia de tempo-espaço a que estamos acostumados a vivenciar é na realidade uma sequência atemporal onde fins e meios são justificados no passado, presente e futuro. Isso se explica pela técnica de fazer-nos pular do Big-Bang ao nascimento de Jesus, do 11 de setembro de volta ao passado com o assassinato de J.F.Kennedy, em um emaranhado de fatos e informações que mantém um estreito relacionamento entre si.
Lançado simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos, a obra promete abalar as estruturas da igreja e da sociedade. Com a proximidade de 2012, obras do gênero são o tipo de literatura mais procurada, até pelos céticos.
O autor já ganhou o apelido de Dam Brown brasileiro e acredito que esteja esperando o melhor momento em que todos estiverem esfomeados pela continuação, quando todos os caminhos para divulgação do primeiro volume estiverem esgotados, para tirar da gaveta o segundo volume. Aliás na entrevista com Ronnie Von, ele comentou que está com viagem marcada para o final do ano, momento em que estará nos Estados Unidos negociando com produtores cinematográficos a filmagem da primeira "fornada".
Como pesquisadora, gostaria que o autor disponibilizasse mais elementos históricos em seu site a fim de estruturar melhor sua tese com base em elementos palpáveis, como fez em um dos seus artigos no site jesuset.com.br, em que abordou a publicação em 2004 no DailyMail (jornal Inglês) sobre a exigência do então presidente americano J.F.Kennedy ao diretor da CIA (agência criada no mesmo mês em que aconteceu o "caso Roswell") para que compartilhasse todos os documentos secretos sobre UFOs.
Existem momentos no audiolivro que considero fantasiosos mas, como possuo a mente aberta, a exposição de material para estudo dos internautas, bem como a bibliografia, seria muito bem vinda.
Fica então a sugestão e aguardo ansiosamente seus comentários.
18 de mar. de 2010
Hora do Planeta

Em 2009 divulguei a Hora do Planeta na minha empresa espalhando panfletos e colocando o logotipo do movimentos em minhas mensagens.
Foi o primeiro ano em que o Brasil participou, e fico orgulhosa de ter feito minha parte.
Neste ano a hora do planeta ocorrerá no dia 27 de março, dia em que faço aniversário. É um presente para mim e eu o reverto em favor do Planeta.
A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney - Austrália. Em 2008 houve a participação de 371 cidades. No ano passado o movimento superou todas as expectativas. Milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades apagaram as luzes por uma hora. Torre Eiffel, Coliseu, Cristo Redentor, Congresso Nacional e muitos outros monumentos apagaram suas luzes para participar deste momento simbólico mundial. Foi lindo!
E justamente por isso é que nesse ano sabemos que podemos fazer muito mais, podemos envolver mais pessoas.
O objetivo deste movimento é mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.
Para participar basta se cadastrar no site www.horadoplaneta.org.br. É rápido, gratuito, e servirá para avaliarmos quantas pessoas aderiram ao movimento. Quanto mais, melhor. Sabemos que a união faz a força.
Participe, seja o beija-flor que ajuda a apagar o incêndio da floresta.
6 de set. de 2009
Cientistas: Heróis ou Vilões?

Estou juntando material para descobrir a resposta à essa pergunta.
Pessoalmente, estou mais propensa a acreditar que 80% dos cientistas são vilões. Você, caro(a) leitor(a) com certeza achará minha afirmativa um tanto ou quanto ignorante mas, vamos às minhas observações:
"A bomba atômica mais poderosa do mundo é a B83, que tem o poder de destruição de duzentas bombas iguais à utilizada em Hiroshima. Isso significaria uma destruição de quase 15Km²."
"Cientistas da Universidade de Harvard disseram (...) ter dado início a uma pesquisa para clonar embriões humanos como forma de obter células-tronco. O financiamento da pesquisa é totalmente privado para driblar restrições federais à pesquisas desse tipo."
"Um grupo de pesquisadores da universidade londrina de King's College anunciou (...) que pretende clonar embriões a partir de óvulos de coelho e núcleos de células humanas. Os embriões seriam formados, na maior parte, por matéria procedente de coelhos, mas teriam DNA humano (...)."
"Um dos fatos que mais está intrigando cientistas e teólogos é a grande quantidade de estudos que estão sendo realizados em laboratórios, cujos objetivos é explicar os mistérios religiosos, ou procurar Deus dentro do cérebro humano, usando os instrumentos e métodos da ciência (...).
Pesquisas desse tipo já estão sendo realizadas em cerca de 30 faculdades de medicina nos Estados Unidos.(...)
Vale lembrar que os investimentos financeiros para este fim nunca foram tão altos. É o caso da fundação John Templeton Foundation, dos EUA, que está investindo grande quantidade de recursos para apurar a veracidade dos escritos bíblicos (...)."
"Praticamente todas as informações sobre nutrição vêm das companhias de alimentos e da mídia. E ambas preferem divulgar abordagens simplistas para dietas, enfatizando novidades isoladas em lugar
do conhecimento básico adquirido pelos cientistas. É por isso que se faz alvoroço toda vez que algum estudo mostra que um ou outro nutriente isolado pode fazer bem. Muita gente acha difícil seguir recomendações nutricionais porque tem a impressão de que os cientistas mudam seu ponto de vista de um dia para o outro, a cada nova pesquisa. Isso é uma distorção da mídia e de alguns cientistas. Aliás, boa parte das pesquisas científicas é financiada pela indústria, o que compromete sua isenção.
(...)
Para começar, as empresas alimentícias financiam departamentos acadêmicos, institutos de pesquisas e sociedades médicas, além de apoiar conferências e revistas científicas. É questionável quando isso corrompe a integridade acadêmica dos pesquisadores. Um dos estudos mais badalados é o que relaciona uma vida saudável à chamada dieta Mediterrânea regada a azeite de oliva. (...) os artigos que falavam dessa dieta vieram de uma conferência financiada pelo Conselho Internacional do Azeite de Oliva.(...)
Fiz um levantamento do que saiu recentemente nas revistas científicas. Um estudo afirmando que cereais matinais ricos em fibras podem reduzir o risco de câncer foi feito por um funcionário da Kellogg's. Outro dizia que margarina era melhor que manteiga para reduzir os níveis do colesterol ruim e foi financiado pela Associação Nacional dos Produtores de Margarina. Um dos famosos estudos que associam a ingestão de duas a cinco taças de vinho por dia com redução de mortalidade foi patrocinado pelo Instituto Técnico do Vinho Francês."
Bem, concordo que muitos cientistas trabalham com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do ser humano, encontrar soluções para as mazelas do planeta ou remédios eficazes para as doenças, mas acredito que esses estudos seriam mais eficientes se não houvesse uma enxurrada de outros tantos cientistas estudando e criando meios de destruição em massa, manipulação genética, opressão de mentes, e outras tantas pesquisas que exigem a aplicação de fundos multimilionários focados para o fim da raça humana e do planeta.
Por que até hoje não foi descoberta a cura para o câncer? Ou para a Aids?
Por que, com tanto conhecimento tecnológico, não conseguimos ainda resolver o problema da seca? A quem interessa manter a indústria da fome?
Eu tenho as respostas para essas e outras tantas perguntas. Mas, com certeza, posso ser processada por isso como aconteceu à apresentadora norte americana Oprah Winfrey. Em 1996, ao entrevistar um ativista vegetariano, comentou que por receio da epidemia da vaca louca, havia parado de comer hambúrgueres. Foi processada pelos pecuaristas dos Texas em U$ 10 milhões por incitar o medo na mente dos consumidores. A boa notícia é que ela foi inocentada 4 anos depois após ter gasto U$ 1 milhão em advogados.
Então, como minha conta bancária ainda não permite que eu exponha publicamente minhas opiniões, ou melhor, não aponte o dedo aos culpados pelo atraso científico que nos atinge a décadas, fica a mensagem subliminar.
Para terminar, uma frase de Platão:
"Uma vida não questionada não merece ser vivida."
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