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2 de out. de 2011

Aforismos - Oscar Wilde

Fonte da imagem: Clube de Leitura Icaraí


Nascido em Dublin - Irlanda em 1854, esse escritor destacou-se nos estudos de latim e de poetas helenistas, o que exerceu forte influência tanto em suas obras quanto em sua vida. 

Devido ao seu desempenho escolar, conseguiu uma bolsa em uma das faculdades de Oxford onde ficou conhecido por sua excentricidade. Trajando roupas luxuosas e vivendo em um apartamento ricamente decorado para um estudante, não conseguiu despertar vínculos de amizade entre seus colegas, principalmente quando se envolvia em discussões intelectuais onde quase sempre humilhava seus oponentes. Embora negligente com seus estudos, sempre tirava as melhores notas.

Ao término de sua faculdade foi para Londres, conhecendo diversas personalidades do mundo literário, atrizes e pessoas influentes da sociedade local. Devido à sua sagacidade, capacidade de oratória, vasta cultura e modos impecáveis, conseguia tornar-se o centro das atenções em todas as atividades sociais em que comparecia.

Após a morte do pai, sua mãe e irmão se juntaram a ele em Londres. Lady Wilde sempre foi uma fervorosa incentivadora do talento do filho e passou a promover saraus de poesia nas tardes de sábado, em sua casa, fazendo com que seu filho poeta ficasse mais conhecido ainda na capital inglesa.

Com algumas poesias publicadas em jornais e revistas, Oscar Wilde resolveu que já estava na hora de lançar seu primeiro livro. Fez tanto sucesso que uma editora acabou lançando uma edição em solo americano.

Sua chegada à América foi um grande sucesso, passando também por Paris. Dentre suas obras, tornaram-se conhecidas: O fantasma de Canterville, O príncipe feliz, O retrato de Dorian Gray, A Duquesa de Pádua, dentre outros contos e poesias.

O destaque aqui vai para as citações de grande efeito moral – aforismos – que ganharam destaque em suas obras, e que compõem meu artigo de hoje. Afinal, Fátima também é cultura.

“A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.”

“A história da mulher é a história da pior tirania que o mundo conheceu: a tirania do mais fraco sobre o mais forte.”

“Experiência é o nome que damos aos nossos próprios erros.”

“Meus gostos são simples: prefiro o melhor de tudo.”

A diferença entre a empolgação e o amor eterno é que a empolgação dura mais.”

“Não pode haver amizade entre homem e mulher. Pode haver paixão, hostilidade, adoração, amor, mas não amizade.”

“A verdade jamais é pura e raramente é simples.”

“Um homem deve dar toda importância a escolha de seus inimigos: eu não tenho um só que não seja idiota.”

“A alma nasce velha e se torna jovem. Eis a comédia da vida. O corpo nasce jovem e se torna velho. Eis a tragédia da alma.”

 “O egoísmo não consiste em vivermos conforme os nossos desejos, mas sim em exigirmos que os outros vivam da forma que nós gostaríamos. O altruísmo consiste em deixarmos todo o mundo viver do jeito que bem quiser.”

“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.”

E a que mais gostei:

“Desconfiem da mulher que confessa a sua verdadeira idade. Uma mulher que diz isto poderá dizer qualquer coisa.”

E qual é a sua preferida?

Fonte: Revista Literatura, Escala Educacional, publicação n° 28, págs. 52 a 60.

16 de jul. de 2011

Comer, Rezar, Amar (não necessariamente nesta ordem...)



Sexta-feira, 00:21h, estou em casa, com meus filhotes, lendo blogs, feliz por ter mais companhias no meu (obrigada mesmo) e dentre vários assuntos que explodem na minha cabeça para escrever, escolhí falar sobre o livro que terminei de ler semana passada: "Comer, Rezar, Amar" de Elizabeth Gilbert.


Fiquei curiosa em ler o livro pois assistí o filme com Julia Roberts e fiquei fascinada (acabei ganhando da minha filha como presente de aniversário - obrigada princesa), talvez por estar em um momento de inquietude comigo mesma (crise dos quase 50...). Como os livros são sempre mais divertidos do que os filmes (pelo menos para mim), enquanto viajava pelos ônibus da Avenida Brasil (RJ) em direção ao trabalho, mastigava-o. Posso dizer que minha visita à um Ashram, conforme narrei em 7 partes (que número cabalístico!) foi incentivada por ambos - o filme e o livro.


Para começar, a autora passou seu ano sabático (iniciado com seu divórcio) com 32 anos. Gente! Aos 32 eu estava separada pela primeira vez (a propósito, sou separada cinco vezes do mesmo marido), com apenas um ano de casamento e uma filha na época com 3 meses. Isso me dá um crédito de 5 anos sabáticos! Mas, como cada um de nós suporta sua cruz de acordo com sua capacidade em carregar pesos, vamos aos comentários.


A autora narra sua viagem durante este ano, em que decidiu passar 4 meses na Itália, 4 meses na India e 4 meses na Indonésia (mais especificamente em Bali). No primeiro desfrutou do prazer da comida, conseguindo ganhar 14Kg (caramba!) e aprendeu italiano, língua que sempre a fascinou.


No segundo País, instalou-se em um ashram onde lavou chão, fez dieta vegetariana e aprendeu a meditar.


No último, reencontrou o xamã que a inspirou a buscar seu próprio "eu", deixou-se levar pela independência de compromissos e conheceu o amor brasileiro (aliás, ela mencionou a nacionalidade do cidadão mais de 50 vezes!). 


De maneira bem leve e humorada, toda a narrativa das experiências pelas quais passou levou-me a rir e, ao mesmo tempo, peguei-me com o livro no colo pensando na minha própria vida. Foi então que, depois de sair de uma depressão daquelas (entre o filme e o livro) por "n" outras razões, resolví me reinventar, retomei este blog, estou fazendo vários cursos sobre todos os assuntos que sempre me fascinaram - mas que eu nunca tinha tempo para me dedicar - quero voltar para a Faculdade, quero mudar de emprego. 


Às vezes a D. Solidão sempre me alfineta com comentários do tipo: "de que adianta tudo isso se você não tem ninguém com quem dividir suas experiências?", "sua cama continua vazia!", "garota, você já percebeu que não sabe mais namorar?". Mas, normalmente eu respondo, após alguns minutos de reflexão: "sou independente, criei meus filhos sozinha, pago minhas contas sozinha, por que vou oferecer tudo que tenho para um estranho que não vai me dar valor?". Sem contar que a cada dia, mês ou ano que passa, mais fico exigente, menos paciência tenho com cafajestes, conheço melhor os homens e acabo gostando mais do meu gato e do meu cachorro (os bichos mesmo)!"


Voltando ao livro que me inspirou, resolví destacar alguns trechos aqui que falarão por si. No mais, recomendo a leitura pois, como eu disse anteriormente, leva-nos a reflexões sobre a vida, onde as palavras solidificam os sentimentos.


"Se você quiser mesmo conhecer alguém, precisa se divorciar dessa pessoa." - caramba, que observação mais verdadeira! E não precisa ser usada necessariamente na condição matrimonial; pode ser encarada também num "divórcio" entre amigos.


"No amor desesperado, nós sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros, exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficando arrasados quando eles se recusam a desempenhar o papel que nós mesmos criamos." - mais conhecido como "ilusão"... essa traidora!


"Será que esta nossa vida tem de ser apenas dever?" - puxa, esta caiu como uma luva na minha vida!


"Acho que o que eu quero é aprender a viver neste mundo e desfrutar seus prazeres, mas também me dedicar à Deus." - eu também!


"Você faz parte do universo,... . Você é um pedaço dele, e tem todo o direito de participar das ações do universo, e de deixar claros os seus sentimentos". - tudo a ver com a Psicobiofísica, um dos assuntos o qual estou me dedicando.


"Aproximam-se de mim, silenciosas e ameaçadoras como detetives particulares, e me cercam - a Depressão pela esquerda, a Solidão pela direita. Sequer precisam me mostrar seus distintivos. Eu as conheço muito bem. Há anos que temos brincado de gato e rato." - sem comentários!


"É claro que todos nós inevitavelmente trabalhamos demais, e em seguida ficamos exaustos e precisamos passar o fim de semana inteiro de pijama, comendo cereal direto da caixa e olhando fixamente para a televisão em um estado próximo ao coma..." - é aí que eu pergunto: como vou pensar em morar com alguém se é assim que gosto de ficar de vez em quando? Isso não é nada sexy!


"O que você gostaria de fazer hoje,...? O que te daria prazer neste momento? Sem ter de pensar no que alguém mais iria achar, e sem mais nenhuma obrigação com que me preocupar, essa pergunta finalmente se tornou clara e absolutamente pessoal." - posso dizer que essa frase foi a chave para minha mudança de comportamento neste último mês.


"Mas eu sou inteiramente tragada pela pessoa que amo. Sou como uma membrana permeável. Se eu amo você, eu lhe dou tudo que tenho. Dou-lhe o meu tempo, a minha dedicação, a minha bunda, o meu dinheiro, a minha família, o meu cachorro, o dinheiro do meu cachorro, o tempo do meu cachorro - tudo. Se eu amo você, carregarei para você toda a sua dor, assumirei por você todas as suas dívidas (em todos os sentidos da palavra), protegerei você da sua própria insegurança, projetarei em você todo tipo de qualidade que você na verdade nunca cultivou em si mesmo e comprarei presentes de Natal para sua família inteira. Eu lhe darei o sol e a chuva e, se não estiverem disponíveis, dar-lhe-ei um vale de sol e um vale de chuva. Darei a você tudo isso e mais, até ficar tão exausta e debilitada que a única maneira que terei de recuperar minha energia será me apaixonar por outra pessoa. Não é com orgulho que revelo esses fatos sobre mim mesma, mas é assim que sempre foi." - esse parágrafo é um daqueles que mencionei acima. Quando me toquei, estava refletindo sobre ele, relendo e me identificando plenamente. É, essa sou eu!


E encontrei tudo isso só nos capítulos narrados na Itália!


Bem, com essa revelação, paro por aqui e deixo as outras frases que me chamaram a atenção para uma outra postagem.


Se você já leu o livro também, comente! Será um prazer trocar figurinhas. (ih, olha eu buscando o prazer de novo... -rs-)

22 de jun. de 2011

Quando faço parte do seu mundo (Ensaio de um poema...)



Quando escreví esse poema, escreví pensando em alguém. Isso foi no ano passado. Não foi um romance. Nem sequer foi um lance. Mas resgatou, naquela ocasião, minha alma poetisa. A alma se perdeu de novo... acho que só aparece quando estou apaixonada...
Como resolví abdicar desse lado da vida pois vivo me machucando, optei por postá-lo aqui, só para me exibir (rs) e quem sabe, inspirar alguém. Mas se quiserem copiar, por favor, coloquem o crédito. Fica legal, né?


Quando faço parte do seu mundo,
o meu mundo se estabiliza.
Sinto-me parte da sua história.
Sou o primeiro “A” da sua agenda.
Em seus olhos encontro o meu espírito puro.
A paz desejada nos portões do paraíso.
A força capaz de te guiar como um farol,
e de me guiar como uma estrela.
Aberta à amizade mais pura,
ou aos devaneios mais misteriosos,
decifráveis somente à alma indecisa,
sedenta de sabedoria em busca da maturidade,
que somente o tempo permite antever.
No silêncio das palavras não ditas,
encontro-me forte, poderosa, acreditando-me sábia.
Viva, vibrante, pulsante, intensa, inteira,
buscando em você o que realmente sou.
Mas nessa dualidade nua e crua,
frente a frente com meu espelho interior,
encontro a fragilidade comum das mulheres normais.
Guerreira, mulher, virgem, depravada.
Viajo em teus olhos em busca do meu eu,
e me descubro em queda, sem rumo, sem ar,
que sou de repente o “Z” da sua agenda.
Esquecida, quiçá usada (bem usada, diga-se),
na mais vil das jornadas, de volta ao meu mundo.
Insana e largada, envolta em nuvens de dúvidas,
sem saber nem entender quem sou ou quem você é.
Só ouço e falo coisas que sei,
esperando ansiosa ouvir o que não sei.
Desejando renascer qual Fênix, das cinzas que deixei.
Amados amigos, amantes antigos,
Seu rumo, meu mundo,
Seu nada, meu tudo,
Seu sorriso, minha perdição,
Sua vida, minha paixão,
Seu silêncio, meu túmulo,
Meu olhar, seu discurso,
Vida irreal, sonho real.
Ciúmes e confiança,
Fantasia e realidade.
A que mundo pertenço?
Dúvidas e certezas,
O tempo é seu, o saber é meu.
Romance ou ficção, suspense ou ação.
Aonde vou chegar, só a lua cheia dirá.
O início de tudo ou o fim de nada.
Confiança cega na nossa jornada.

17 de dez. de 2009

À Thabata, com carinho

Compras de Natal...

Não se trata exatamente de comprar presentes de Natal mas de comprar roupas. Essa época do ano nos leva a querer renovar o guarda-roupa porque já está de saquinho cheio de usar as mesmas peças durante o ano todo. Tá, não é o ano todo porque sempre que sobra uma graninha, eu compro uma blusa, ou ganho uma peça, e o visual vai se renovando durante os 12 meses, mas nessa época existe uma magia que nos leva a querer comprar outra peça, e outra, e outra...

Sou frequentadora de lojas populares, tipo Grippon, C&A, Bellissima. Nunca gostei de "boutiques", roupas de marca e coisas tais...

Mas tenho uma filha adolescente. Não preciso falar mais nada, né? E aí, passou de ano, fechou o Fundamental, e a gente se vê na obrigação de dar alguma coisa que ela gostaria de ter e que ficou buzinando no meu ouvido durante todo o ano. Aí tem uma tal de Mary Jane, guriazinha insuportável que eu já não aguentava mais, que nada mais é do que um tênis que virou moda. Que fulana tem, que sicrana comprou no final de semana.

E ficava nas vitrines, babando, se imaginando com uma Mary Jane no pé.

Tomei coragem e fomos nós. Como ela recebe mesada, pagou uma parte, eu paguei o resto. Mas essa historinha toda foi somente para ilustrar a situação que me levou a escrever este artigo.

Como observadora das atitudes profissionais, vivo comparando e avaliando os atendimentos que recebo. Nas lojas que frequento, é um horror. Qualidade no atendimento, satisfação do cliente, são palavras gregas nestes lugares. Eu, pessoalmente, não tenho muita paciência com esses atendentes. Não gosto que fiquem me seguindo, mas também não gosto que sumam quando resolvo que quero levar um ou outro item. Fico profundamente irritada, saio da loja e não piso mais lá. Ela é automaticamente desqualificada e é uma não conformidade crítica.

Entretanto, existem lugares que não tem jeito, sou obrigada a ir porque lá a tal peça que quero está mais em conta. E lá vou eu, enfrentar essas vendedoras e caixas mal humoradas e mal amadas, que nos atendem como se estivessem odiando nossa presença por perturbar seu sossego. Ué, essas meninas não ganham comissão não? Ou o emprego é mantido a base de outros artifícios que não o profissionalismo?

A maneira como as caixas pegam nossas peças (aquelas de que gostamos e que ficamos imaginando quão ficarão lindas em nosso corpo), arrancam a etiqueta como se estivessem depenando uma galinha, enfiam-nas no indefectível saquinho plástico preto (ou branco), amarram a boca e atiram o saco no balcão, quase atingindo nossa cara. É um horror. Não sei, madame que me lê, se na zona sul vocês são atendidas assim nessa lojinhas mas acredite, vocês não tem noção... Aqui é muito pior!

Obrigada a conviver com essa anti-cultura, lá vou eu, procurando ignorar ao máximo essas pessoinhas, cujo futuro é continuar atrás de um balcão de açougue, mercado, ou sei lá o que mais.
Não que esses profissionais não mereçam respeito. O problema está no fato de que alguns não valorizam seu trabalho, não pensam em crescer, se tornar gerentes, procurar empresas que os valorizem por sua dedicação, não entendem a máxima que diz: "não importa o que você seja; você pode ser um gari; mas procure sempre ser o melhor!". Ficam alí, choramingando e resmungando o dia inteiro.

E aí, entrei numa loja "de marca". Também não tive muitas experiências agradáveis pois as vendedoras de lá costumam achar que são a reencarnação da Lady Dy, com um detalhe: ela era humilde, coisa que passa longe do nariz dessas meninas.

Entramos na loja. Eu, cética e com cara de poucos amigos. Mas, de repente, fomos assediadas por uma vendedora que nunca ví igual. Nos atendeu na porta, ouviu o meu comentário gravado: - estamos só olhando, obrigada - e nos deixou à vontade. Mas não nos tirou de suas vistas. Quando percebeu o interesse da minha filha pelo tal tênis (Mary Jane, lembram?), correu para atendê-la. Vendo que ela não esboçou nenhuma reação com os tênis expostos na vitrine prontificou-se a descer todos os modelos que tinha no estoque. Perguntou o nº que ela calçava e num piscar de olhos sumiu de nossa visão. Demourou uns quatro ou cinco minutos (que para mim pareceu uma eternidade pois, como já disse, não gosto dessas lojas).

Qual não foi minha surpresa ao vê-la retornando com duas pilhas de caixas nas mãos, algo em torno de 7 ou 8 pares. Nos fez sentar e abriu todas as caixas. De cara minha filha se apaixonou por um dos modelos. Ela, a vendedora, prontamente providenciou uma meia para que ela calçasse e experimentasse o tênis. Aprovado, disse para que ela experimentasse sem a meia para sentir o quão confortável era. Escolhido o tênis, a vendedora já mostrou uma blusinha da dita Mary Jane (ela de novo) que foi prontamente avaliada pela minha filha. Enquanto eu perguntava o preço (meus Deus, socorro!) ela já me incentivava perguntando se ela havia passado de ano, se era boa filha e coisas tais.

Lógico, pegou no meu ponto fraco. - Claro! Ela passou! - Então mãe, ela não merece? - Merecer, merece mas, quanto custa?!?

Bem, depois do susto fez a menina experimentar, levou-a ao provador e era toda atenção. Tá, havia uma campanha na loja que deixaria o funcionário descansar no dia 24 se conseguisse vender mais acessórios.

Pelo encantamento, pela simpatia, pelo atendimento, enfim, por tudo e um pouco mais, acabei levando o tênis, a blusa e um par de meias (não era da Mary Jane, ufa!). Me ganhou, me encantou.

Tanto que me sentí na obrigação de parabenizá-la e incentivá-la a continuar a atender os clientes com esse carisma. Nos levou até a porta, nos cumprimentamos e saímos, eu e minha filha, satisfeitíssimas. Gastei muito? Sim. Para minha filha? Sim, claro. Mas foi uma combinação de prazer e satisfação. Me sentí a Lady Dy. Não fui atendida por uma. Eu fui importante.

Técnica de Venda muito bem empregada. Não sei se fez algum curso ou se é natural, mas escreví tudo isso para deixar registrado minha admiração pela Thabata (a vendedora) e torço para que ela consiga uma posição de destaque no que desejar fazer na vida. Obrigada por me fazer sentir bem gastando dinheiro. Não só pelo prazer de comprar, mas pelo prazer de ter sido bem atendida, com gosto de vou voltar.