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18 de jan. de 2018

Aprendendo a Aprender - Curso Grátis e Online


fonte: mapamental.org

Como utilizo este espaço para postar de tudo um pouco, vou publicar minha primeira dissertação para o curso online que estou fazendo no Coursera: "Learning How to Learn" que, como o nome diz,  estou "Aprendendo como Aprender".

Trata-se de um curso de 4 semanas, gratuito, ministrado pela Profª Barbara Oakley em parceria com a University of California, San Diego. Aliás, super indico o Coursera a quem tem sede de aprendizado como eu. Lá existem vários cursos de várias áreas, incluindo nossa USP, onde também estou fazendo o curso "Origens da Vida no Contexto Cósmico".

Já me preparando para a vida acadêmica como contei na postagem deixarei aqui minha dissertação da primeira semana. Leiam e me contem o que acharam. Quero muito ler seus comentários e críticas construtivas!

Meu Desafio de Aprendizado

            Contando 54 anos de vida, dos quais três foram dedicados ao Magistério no Ensino Fundamental e aproximadamente trinta anos na área administrativa de empresas privadas, encontro-me atualmente em um momento sabático, se posso chamar assim. No ano que passou, resolvi transformar meu hobby em profissão - Artesanato. Mas infelizmente o Rio de Janeiro, cidade onde resido há 35 anos, não possui uma cultura voltada à valorização de peças artesanais. Em busca de novos horizontes, resolvi retornar aos estudos e realizar meu grande sonho que é me graduar em uma Faculdade, começando já neste ano com o acesso a uma universidade através do Enem.

            Preparando-me então para esta longa jornada acadêmica, encontrei no Coursera o curso que considero ideal para atingir esta meta que é o Learning How to Learn, uma vez que tenho que treinar e manter ativos meu cérebro e minha capacidade de memorização por questões óbvias: com o amadurecimento (ou deverei dizer, envelhecimento), as vitalidades física e mental tendem a reduzir.

            Sou e sempre fui apaixonada por livros e estudos, algo que a rotina diária, tendo que conciliar minha vida profissional com a de mãe e arrimo de família, obrigou-me a deixar de lado por falta de tempo e oportunidade. Interesso-me por vários assuntos, tenho sede de aprendizado, sempre fui multitarefa e percebo que muitas das informações as quais tenho acesso, principalmente através da internet, acabam não se fixando na memória.

            Realizo pesquisas pessoais e estudos em tudo o que se refere aos processos de aprendizado, retenção de informação no consciente, formas de acessar o inconsciente, treinamento cerebral e qualquer outra informação que eu consiga acessar em busca de métodos eficientes e eficazes para conseguir reter o maior número possível de informações, sem deixar que caiam no esquecimento. Vou desde aplicativos e jogos para treinamento mental até meditação e mantras de relaxamento.

            Como explicou a Drª Barbara Oakley: “nossa memória de longo prazo é como um armazém” e “é imenso”, “com espaço para bilhões de itens” , e é justamente este espaço que quero utilizar para reter todo o aprendizado que quero ter durante minha carreira acadêmica.

Portanto, acredito que as técnicas aprendidas neste Curso, aliadas às demais técnicas que venho utilizando, me ajudarão a fixar o aprendizado, solidificando “meus tijolos” de modo organizado e duradouro.


“Diga-me e eu esquecerei, ensina-me e eu poderei lembrar, envolva-me e eu aprenderei.”

Benjamin Franklin

19 de mar. de 2013

A Nova Gramática (?!?)


Quanto mais vivemos, mais aprendemos e vemos coisas inimagináveis. E quando você acha que nada mais te assustará, lá vem novas notícias que abalam o nosso pequeno mundinho pessoal.

Esse artigo tirei da Revista Galileu, edição de junho de 2010, sob o título: SISCREVE COMO SIFALA (oh my God!!!)

30 de out. de 2011

Gotas de gentileza - No Ônibus - parte 2



Dando continuidade ao Glamour's Drops, movimento que comecei aqui com a primeira postagem No Ônibus - parte1, vamos continuar viajando neste veículo onde a interação é necessária e de difícil fuga, e abordar outro assunto de falta de educação que ocorre dentro desses veículos urbanos.


Aliás, não somente nos ônibus, mas também em trens e metrôs.


Existe uma placa em todos estes locais mencionados que diz mais ou menos assim:


"Lugares reservados a idosos, gestantes e deficientes."


Amigos (as), vocês não estão impedidos de ocuparem esses assentos quando não houver nenhum dos casos específicados, mas por favor, dêem estes locais às pessoas nas condições acima citadas sempre que entrarem nas conduções. Imaginem que aquela pessoa poderia ser sua mãe, seu pai, sua avô, sua irmã, ou quem sabe até você, caso não tivesse sido abençoado com a juventude, com sua masculinidade (no caso dos rapazes), com seus órgãos e membros saudáveis.


No caso das gestantes, vocês não tem noção do peso que a barriga faz causando dores na coluna, nas pernas, pés inchados...


Fingir que está dormindo, virar o rosto para o outro lado, ignorar a presença dessas pessoas, é uma das coisas mais ignorantes que um ser humano pode fazer a outro em condições desiguais.


O mundo dá muitas voltas e um dia poderá ser você ou um ente querido seu que necessite sentar-se e que será obrigado(a) a viajar em pé pela fala de solidariedade de outra pessoa.


Lembre-se, se passarmos essa dica adiante, poderemos mudar nosso bairro, nossa cidade, quiçá nosso país. Vamos passar essa corrente adiante, com nossa postura.


Beijos



SiTok!

2 de out. de 2011

Gotas de gentileza - No Ônibus - parte 1



Hoje começarei uma sessão que batizei de Glamour's Drops.
Porque educação, respeito e solidariedade também é glamour


A ideia é gerar um movimento de gentileza e conscientizar as pessoas de que nosso mau comportamento incomoda os outros, na maioria das vezes, alguém completamente estranho com quem cruzamos na rua, no ônibus, no shopping ou em qualquer lugar de convivência humana.


Semanalmente publicarei pequenas dicas para usar em seu dia a dia, pois gentileza gera gentileza.


Vou começar esta sessão em um ambiente muito comum aos trabalhadores: o ônibus!


Vamos imaginar a situação: você chega ao ponto de ônibus onde já existem algumas pessoas. Não no centro da cidade, mas no seu bairro que é atendido por poucas linhas. Você espera pacientemente o ônibus passar.


Quando ele se aproxima, você observa que algumas pessoas que já estavam esperando quando você chegou no ponto, fazem sinal e o ônibus para. Essas pessoas preparam-se para subir e você passa na frente delas pois quer pegar um lugar vazio. Sabe qual é o nome disso? Esperteza? Não, falta de educação!


Pense um pouco: embora não exista uma fila, existe um direito "invisível" dessas pessoas de entrar no ônibus na sua frente, de sentar-se se houver lugar! Afinal, essa ou essas pessoas estão no ponto a mais tempo do que você.


Portanto amigo(a), seja mais observador(a) e permita que as pessoas que chegaram na sua frente entrem antes de você e, se houver alguém idoso, alguma mulher grávida, algum deficiente, mesmo que tenha chegado depois de você no ponto, deixe-os passar na sua frente.


É educado. É gentil.


SiTok!