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20 de abr. de 2012
A Floresta Brasileira precisa de você
Domingo, dia 22 de abril é o Dia da Terra.
Mas não será um dia de comemoração para nós, brasileiros. Será um dia de luta. Por que?
25 de fev. de 2012
Em breve o Google Sea View
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| Fonte: googlesightseeing.com |
Hoje contamos com a tecnologia do Google Street View para visualizar ruas em diversas cidades do planeta. Eu mesma já passei pelo Central Park, Boulevard St., Fifth Av., por Londres e também, logicamente, por algumas ruas do meu Rio de Janeiro e quadras de Brasília. Virtualmente é claro!
Achei fantástica a possibilidade de visualizar em 360 graus as lojas, árvores, pessoas fotografadas no momento, a moda... é impressionante.
Não menos impressionante será nadar nos mares australianos, local onde o Projeto Google Sea View estabeleceu sua pesquisa, patrocinada pelaem parceria com a Universidade Queensland e a seguradora Catlin Group. Na realidade o Projeto chama-se Catlin Seaview Survey e objetiva extrair o máximo de informações possíveis sobre os recifes e fauna daquela região.
Um mergulhador motorizado com uma câmera de 360 graus levantará dados para a pesquisa alcançando profundidade de até 100 metros. Toda a fauna marinha poderá ser pesquisada, imagens serão capturadas para alimentar o banco de dados e em setembro deste ano, 20 pontos estarão disponíveis para nós, viajantes e mergulhadores virtuais.
Entretanto, para dar uma ideia do que será essa novidade, já existe uma versão demo disponível no site http://www.catlinseaviewsurvey.com/. São imagens incríveis! Vale a pena a visita até o lançamento do Google Sea View.
Visite e depois conte-me o que achou.
25 de nov. de 2011
Nos tempos da vovó...
Como vocês sabem, recebo diversos textos pela internet cujas mensagens são dignas de serem propagadas.
O texto abaixo fala sobre a crise que o planeta está passando atualmente, onde procuramos salvá-lo desesperadamente para que as gerações futuras não o encontrem completamente destruído, transformando a ficção das telas de cinema em realidade. Mas atrás de toda essa preocupação, há uma caça às bruxas em que as pessoas, em uma insana busca pelos culpados, insistem em acusar os antepassados.
Entretanto, em um simples diálogo imaginário, uma personagem travestida como uma senhora idosa, responde à altura essas acusações. Acompanhem essa conversa e opinem:
Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.""Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pallets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
14 de ago. de 2011
14 de Agosto - Dia do Combate à Poluição
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| Névoa de poluição concentrada no Rio de Janeiro Fonte: Notícias Terra |
Hoje é o Dia do Combate à Poluição. Como escreví esse artigo no domingo, pesquisei na internet e encontrei o site do Inea - Instituto Estadual do Ambiente, aqui no Rio de Janeiro, que avalia a qualidade do ar no Estado, emitindo boletins diariamente, após as 15 horas.
Somente por curiosidade, resolví pesquisar a qualidade do ar na região e eis o que apareceu. Detalhe: não importa se meu filtro de pesquisa é Norte Fluminense, Médio Paraíba ou Região Metropolitana. O quadro apresentado será sempre o mesmo, contendo as informações genéricas das três regiões. Sugiro ao órgão que verifique a informação para que a torne mais específica. Estando eu na Zona Oeste, onde me encaixo? Ou não há medição por aqui?
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No quadro acima, vemos que Pilar, em Duque de Caxias, possui a qualidade do ar no nível inadequado e em Vista Alegre, Barra Mansa, é crítica. Com exceção de Santa Cecilia em Volta Redonda e Macaé, cuja medição acusou boa qualidade, os demais pontos de medição considerou o nível como regular. O que para mim não é bom. Será que existe alguma ação para minimizar os danos? Desconheço.
Quanto à nossa colaboração, espero que cada um de nós reduza a poluição que afeta nosso planeta da melhor maneira possível, pois pequenos gestos influenciam mais do que vocês possam imaginar.
Oferecer carona, separar o lixo se houver um sistema de coleta seletiva em seu bairro, não jogar lixo no chão, não poluir os rios que cortam nossa cidade com sacos de lixo, móveis velhos e outras quinquilharias, são pequenas ações que fazem muita diferença.
POLUENTES ATMOSFÉRICOS
"Entende-se como poluente atmosférico qualquer forma de matéria ou energia com intensidade e quantidade, concentração, tempo ou características em desacordo com os níveis estabelecidos, e que tornem ou possam tornar o ar: impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde; inconveniente ao bem-estar público; danoso aos materiais, à fauna e flora; prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e as atividades normais da comunidade". (Resolução Conama nº 03/90).
A determinação sistemática da qualidade do ar restringe-se a um grupo de poluentes universalmente consagrados como indicadores da qualidade do ar, devido a sua maior freqüência de ocorrência e pelos efeitos adversos que causam ao meio ambiente. São eles: dióxido de enxofre (SO2), partículas totais em suspensão (PTS), partículas inaláveis (PM10), monóxido de carbono (CO), oxidantes fotoquímicos expressos como ozônio (O3), hidrocarbonetos totais (HC) e dióxido de nitrogênio (NO2).
Fonte:http://www.inea.rj.gov.br/fma/qualidade-ar.asp#poluentes9 de ago. de 2011
Tubarão: Fera Assassina ou Vítima?
Como parte do meu programa de denúncias, hoje vou falar sobre um artigo que recebí do Instituto Ecológico Aqualung, localizado aqui no Rio de Janeiro.
Esse Instituto dirigido pelo biólogo Marcelo Szpilman administra cursos relacionados ao meio ambiente e mantém vários projetos de defesa da fauna marítima, dentre eles o PROTUBA.
Sempre que tomamos conhecimento de acidentes causados nas praias por tubarões, nos vêm à mente aqueles seres monstruosos, que há décadas acompanhamos através de filmes hollywoodianos, e dos quais torcemos pela extinção simplesmente por ignorância e medo.
Lendo o artigo, mudei completamente minha ideia sobre este ser que habita os mares, no topo da cadeia alimentar. Não que seja minha intenção acariciar um tubarão, mesmo que sob supervisão de um profissional em alguma atividade de mergulho, mas consigo enxergá-lo com olhos mais humanos e cônscios da sua real necessidade e presença nos oceanos.
De acordo com o biólogo, baleias, golfinhos e tartarugas arregimentam simpatizantes para suas causas pela simples empatia que causam. Já o tubarão, é fadado ao repúdio e pavor que causa às pessoas, principalmente às que residem próximo ao litoral. Entretanto ele possui uma imensa importância na manutenção do equilíbrio e da saúde da vida marinha.
Iguais aos leões africanos e tigres asiáticos, esse predador oceânico mantém o controle populacional de suas presas e exercem importante papel na seleção natural ao predar os mais lentos e os mais fracos. Ao comerem animais doentes, feridos e mortos, atuam como os urubus que limpam as carniças dos ambientes terrestres. Sem este papel, teríamos que conviver com o mau odor dos corpos de animais jogados nas encostas de estradas e vias públicas, tornando o ar irrespirável; paralelamente, em ambiente marinho, o oceano se desorganizaria, alterando a complicada teia alimentar dos mares.
Como exemplo disso, em 1980 na Austrália, a pesca excessiva de tubarões provocou uma explosão na população de polvos que resultou em uma série crise na pesca de lagostas. A extinção do tubarão-branco, por exemplo, aumentaria a população de focas e leões-marinhos que consumiriam muito mais peixes, levando à redução de estoque para a população; tal reação chegariam às algas planctônicas, maiores produtores de oxigênio do planeta, ou seja, uma total catástrofe.
Mas, o que me deixou mais horrorizada foi a forma de pesca predatória de determinadas espécies para extração de partes de seu corpo com objetivos de obter produtos específicos que não possuem embasamento científico, tal como pênis de tigre, pata de tartaruga marinha ou chifre de rinoceronte, que são extraídos por possuírem supostamente efeito afrodisíaco. Após a captura do animal, os pescadores cortam fora suas nadadeiras, atirando sua carcaça de volta ao mar, ainda vivos, porém mortalmente aleijados, sangrando até morrer, para serem comidos por outros peixes, sem chance de defesa.
Quando pescados para fins de consumo da carne, utilização da pele ou farinha para ração de cães e gatos, 80% da carcaça do tubarão é desperdiçada pois não é economicamente viável por deteriorar muito rapidamente.
Das 88 espécies de tubarão que vivem em nosso litoral, 33 já estão ameaçadas de extinção pelo Ibama, Iucn (União Internacional para a Conservação da Natureza) e CITES (Convenção para o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora). Isso representa 37,5% de espécies ameaçadas... Em todos os oceanos, são aproximadamente 70 milhões de tubarões mortos para abastecer este comércio irracional.
Se você entendeu o tamanho da calamidade e gosta de fazer a sua parte como a história que contei aqui do beija-flor, existe um abaixo-assinado contra o Finning (nome dado a este tipo indiscriminado de pesca, promovido pelo Instituto e que roda pela internet, determinando que todos os tubarões pescados em águas brasileiras deverão estar com suas nadadeiras íntegras e no corpo do animal) através do endereço http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N5037.
Não custa nada e você poderá engrossar a lista de repúdio contra essa prática absurda.
Mais informações, você poderá ler em uma das revistas do Instituto, cuja manchete é a que abre esta postagem.
21 de mai. de 2011
Onde estão nossas árvores? (Denúncia)
Sou uma pessoa muito emotiva quando se trata de natureza.
A tal ponto de não suportar ver quando alguém está cortando uma árvore, principalmente aquelas saudáveis, imensas, centenárias.
Às vezes são pessoas comuns, que querem arrancar a árvore porque deseja asfaltar o quintal, ou porque quer estacionar o carro na calçada em frente da sua casa, ou por qualquer outra razão estúpida.
Dói ver a árvore sendo jogada aos pedaços, com troncos repletos de folhas verdes. Tenho a impressão que estou ouvindo os gritos de dor daquele ser vegetal.
E o homem, esse grande animal predador, vai destruindo-a, torturando-a, de pedaço em pedaço, até chegar à sua raiz, aniquilando-a totalmente.
Lembro-me uma vez em que fui abraçada por uma árvore, no Campo de Santana, e me sentí tão renovada, tão revigorada, que nunca mais me esquecí.
Eu estava sentada num dos bancos de madeira, pensando na vida, num daqueles momentos deprê, quando de repente um vento balançou um dos galhos, cheinho de folhas, e o trouxe até mim, envolvendo-me como em um abraço. Foi emocionante...
Desculpem-me se estou sendo trágica, dramática, desequilibrada, ou outro adjetivo que queiram me presentear, mas não consigo entender essas pessoas.
Às vezes assistia os funcionários da Comlurb (limpeza urbana do município do RJ) realizando esse trabalho e acreditei que, nesses casos, a árvore estava sendo prejudicial em algum aspecto da vida humana, embora não conseguisse entender a razão.
Eis que me deparei com um artigo publicado em uma das edições da Revista do Crea-RJ, muito bem escrito pela Engenheira Florestal Denise Baptista Alves, sob o título "Por uma cidade com árvores", cujo teor transcrevo abaixo em forma de colcha de retalhos, pois do contrário, me estenderia ainda mais:
"A arborização de ruas representa fator indispensável à qualidade de vida nos centros urbanos. As árvores, por suas múltiplas funções, atuam diretamente sobre o complexo organismo que constitui a cidade: suas folhas absorvem compostos carbônicos, fixando poeiras e sólidos em suspensão. Suas copas oferecem sombra, amenizam o microclima e absorvem ruídos; seus troncos, galhos, flores e frutos abrigam e alimentam a fauna, de um modo especial as aves. Além disso, o valor estético da arborização equilibra as paisagens das áreas urbanas densamente construídas.(...)Neste sentido, a despeito de sua importância, a arborização no inconsciente do homem urbano, às vezes, representa considerável obstáculo ao desenvolvimento ou elemento de incentivo à segurança. O que se pode observar é que os projetos urbanísticos, de um modo geral, não dão à árvore a importância devida, ato que pode ser comprovado tanto pelo pequeno espaço reservado ao desenvolvimento pleno do vegetal, quanto por sua constante desvalorização ante outros equipamentos urbanos, como redes aéreas, de esgoto e iluminação.(...)Hoje, na cidade do Rio de Janeiro, cabe à Comlurb incluir em suas atividades essas duas tarefas que são a poda e a remoção de árvore em toda a cidade. Acontece que a normatização, planejamento da arborização e o plantio permaneceram com a Fundação Parques e Jardins. Dessa forma parece que os órgãos não se falam, comprometendo a união das ações (...). Basta olhar ao redor e ver a poda danosa, retirada e/ou a permanência de árvores sem critério nem prioridades definida. Isso é resultado, entre outras causas, da falta de acompanhamento de profissional habilitado (...). Da mesma forma as concessionárias de serviços públicos associadas aos serviços das redes de transmissão e iluminação urbana não contemplam em seus quadros, profissionais habilitados para o acompanhamento dos serviços de poda de árvores, promovendo um verdadeiro caos na condução destes serviços que deveriam ser vistoriados pelos órgãos públicos estaduais e municipais.Denise Baptista AlvesEngenheira FlorestalVice-presidente da Apefer"(grifo meu)
E assim vamos caminhando, nesta selva de concreto, cimento, carros de passeio, ônibus e caminhões, respirando gás carbônico, sob um sol inclemente, em direção ao futuro...
Com a palavra, a Comlurb.
18 de mai. de 2011
Vaso sanitário com pia - tecnologia com foco na sustentabilidade
Trabalho em um escritório de engenharia e frequentemente recebo revistas na área de construção civil.
Destralhando minha mesa de trabalho lí uma reportagem da Revista Anamaco um artigo muito interessante sobre reuso da água.
Meu sonho é ter uma casa totalmente sustentável com energia solar, reaproveitamento de água da chuva entre outros mimos. E este vaso sanitário vai para minha lista.
Esta gracinha é da Roca, possui formato inovador aliando beleza, praticidade e sustentabilidade.
Além da economia de espaço, há uma característica que atrai aqueles preocupados na futura escassez da água: o conjunto possui um sistema que permite que a água utilizada no lavatório seja reaproveitada para a limpeza do vaso.
Durante a lavagem das mãos, essa água é filtrada ficando em um reservatório onde recebe um tratamento com cloro, que permite a limpeza contra bactérias. Depois de tratada, fica armazenada em um reservatório e toda vez que a descarga é acionada, a caixa esvazia e é abastecida com a água do reservatório.
O produto custa aproximadamente R$ 6.900,00 e foi criado pelos designers Gabriela e Oscar Buratti.
Achei essa idéia simplesmente genial.
Pena que ainda é para poucos.
Enfim, ainda é permitido sonhar...
E você, o que achou da idéia?
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