Recebí por e-mail e repasso.
Na Europa alguns caminhões circulam com pinturas em suas lonas que são verdadeiras obras de arte. Visualmente atraentes, é uma forma muito criativa de divulgar trabalhos artísticos.
Vejam como ficou este, em que a cerveja parece estar saindo da carga:
Este outro carrega refrigerantes, cuja pintura desafia as leis da gravidade:
Este aqui parece carregar uma bolsa:
Neste vemos um aquário gigante:
Neste outro, o motorista da pintura parece que está dando a ré:
A impressão que este nos dá é a de que pegou fogo:
Este parece uma estante de grandes livros:
E este último, achei o primor da criatividade. Imagine um caminhão como este cruzar na sua frente:
Concordam que é um trabalho super criativo? Gostaria que esta moda chegasse ao Brasil.
Simplesmente fantástico! Parabéns aos artistas.
18 de out. de 2011
16 de out. de 2011
Horário de Verão
Começou o horário de verão à meia noite, quando os relógios foram alterados e deram um pulo de 1 hora.
De hoje até o primeiro domingo após o carnaval, 26 de fevereiro, teremos que conviver com este horário que alonga os dias e encurta as noites, fazendo-nos sentir um cansaço maior do que o normal, saindo para o trabalho e voltando para casa sob um sol causticante.
E quando o organismo começa a acostumar com toda a alteração de horários de refeição, descanso e necessidades fisiológicas, voltamos ao horário normal como se nada tivesse acontecido.
Fazer o que? Há quem goste. Para quem mora à beira da praia, consegue aproveitar o fim do expediente curtindo o mar, o sol, depois retorna ao seu apartamento com ar condicionado... ô vidinha mais ou menos...
9 de out. de 2011
Saindo da Zona de Conforto
Mais um texto por e-mail, que muitos já conhecem mas que ainda me faz pensar quando sinto que minha zona de conforto (acomodação) está me sufocando:
Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre.
Ao se aproximarem, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada.
Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.
Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos.
A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
- Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?
- O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também o transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.
O discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
- Vá lá e empurre a vaca no precipício.
Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo.
Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira.
Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica.
Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou.
O que teria acontecido com a família?
Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade.
Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.
- Claro que sei. Você está olhando para ela - disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
- Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos. Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor do que antes.
6 de out. de 2011
4 de out. de 2011
Rumo ao Futuro
| Imagem: www.uc.pt/fctuc/noticias/2010/n20100415n02 |
Imagine levar seus filhos ao zoológico para, dentre outras espécimes, ver um dinossauro, ao vivo e a cores, onde vivo quer dizer exatamente vivo!
Ou então você resolve fazer uma reforma em sua casa ou apartamento e contrata pela internet o projeto que mais lhe agrada. Em uma data pré-definida, sua casa é invadida por pequenos robôs que levantam paredes, fazem a hidráulica, a elétrica e em uma ou duas horas, sua casa está pronta, e os nanorobôs vão embora, deixando sua casa totalmente reformada como você queria.
Os tecidos inteligentes da sua roupa emitirão um aviso ao hospital caso detectem alguma alteração anormal no seu batimento cardíaco, pressão arterial ou células epiteliais que possam vir a comprometer sua saúde, providenciando imediatamente a prevenção de qualquer doença.
Em casos de cirurgia, um nanocirurgião entrará no seu corpo através de uma pílula e fará a cirurgia, com cortes precisos, guiada por médicos que estarão acompanhando pela tela de um computador. Posteriormente será expelido por vias normais.
Lentes de contato transmitirão páginas da web diretamente em sua retina, sempre que você precisar fazer alguma consulta sobre uma pessoa, um local ou necessitar de uma tradução.
Essas e outras tantas histórias não são roteiro de nenhum filme de ficção científica. Fazem parte das 80 tecnologias que serão desenvolvidas nas próximas 8 décadas, publicadas no livro Physycs of the Future (Física do Futuro) do engenheiro Michio Kaku, um dos pais da teoria dos campos de corda (Física Quântica).
“Não sou um escritor de ficção científica. Tudo o que menciono é baseado na realidade.”, diz Kaku que coletou informações com alguns dos mais conceituados pesquisadores em várias áreas da ciência, sendo que algumas pesquisas já estão em andamento.
De acordo com ele, conseguiremos fabricar braços, pernas e órgãos utilizando informações contidas no nosso DNA, em substituição aos desgastados ou perdidos, que nos permitirá viver por mais de 150 anos. Aparelhos como celulares poderão diagnosticar anomalias (como em Jornada nas Estrelas) apenas passando-o por nosso corpo.
Poderemos recriar dinossauros, cavalos alados ou ressuscitar o neandertal.
Com certeza, algumas dessas previsões parecem fantásticas mas não há dúvidas quanto ao progresso da tecnologia na última década. Eu mesma arrisco prever que a televisão, em um futuro não tão distante, transmitirá imagens holográficas no meio de nossa sala, permitindo que possamos apreciar um filme de todos os ângulos, em 3D.
Quem viver, verá...
Fonte: Galileu n° 238 – Maio 2011
2 de out. de 2011
Resultado do Sorteio
Parabéns!
Em nosso primeiríssimo sorteio que só contou com três participantes, enumerei por ordem de comentários.
Primeiro foi a Jo, depois a San e em terceiro a Ana.
Lancei os números no random.org e o sorteado foi:
número 2 - San
Parabéns, San. Mande seu endereço para fatimavesteprada@gmail.com que mandarei o áudiolivro "O Efeito Facebook".
Boa diversão e obrigada a todos pela participação.
Até o próximo sorteio. Bjs!
Gotas de gentileza - No Ônibus - parte 1
Hoje começarei uma sessão que batizei de Glamour's Drops.
Porque educação, respeito e solidariedade também é glamour
A ideia é gerar um movimento de gentileza e conscientizar as pessoas de que nosso mau comportamento incomoda os outros, na maioria das vezes, alguém completamente estranho com quem cruzamos na rua, no ônibus, no shopping ou em qualquer lugar de convivência humana.
Semanalmente publicarei pequenas dicas para usar em seu dia a dia, pois gentileza gera gentileza.
Vou começar esta sessão em um ambiente muito comum aos trabalhadores: o ônibus!
Vamos imaginar a situação: você chega ao ponto de ônibus onde já existem algumas pessoas. Não no centro da cidade, mas no seu bairro que é atendido por poucas linhas. Você espera pacientemente o ônibus passar.
Quando ele se aproxima, você observa que algumas pessoas que já estavam esperando quando você chegou no ponto, fazem sinal e o ônibus para. Essas pessoas preparam-se para subir e você passa na frente delas pois quer pegar um lugar vazio. Sabe qual é o nome disso? Esperteza? Não, falta de educação!
Pense um pouco: embora não exista uma fila, existe um direito "invisível" dessas pessoas de entrar no ônibus na sua frente, de sentar-se se houver lugar! Afinal, essa ou essas pessoas estão no ponto a mais tempo do que você.
Portanto amigo(a), seja mais observador(a) e permita que as pessoas que chegaram na sua frente entrem antes de você e, se houver alguém idoso, alguma mulher grávida, algum deficiente, mesmo que tenha chegado depois de você no ponto, deixe-os passar na sua frente.
É educado. É gentil.
SiTok!
Aforismos - Oscar Wilde
| Fonte da imagem: Clube de Leitura Icaraí |
Nascido em Dublin - Irlanda em 1854, esse escritor destacou-se nos estudos de latim e de poetas helenistas, o que exerceu forte influência tanto em suas obras quanto em sua vida.
Devido ao seu desempenho escolar, conseguiu uma bolsa em uma das faculdades de Oxford onde ficou conhecido por sua excentricidade. Trajando roupas luxuosas e vivendo em um apartamento ricamente decorado para um estudante, não conseguiu despertar vínculos de amizade entre seus colegas, principalmente quando se envolvia em discussões intelectuais onde quase sempre humilhava seus oponentes. Embora negligente com seus estudos, sempre tirava as melhores notas.
Ao término de sua faculdade foi para Londres, conhecendo diversas personalidades do mundo literário, atrizes e pessoas influentes da sociedade local. Devido à sua sagacidade, capacidade de oratória, vasta cultura e modos impecáveis, conseguia tornar-se o centro das atenções em todas as atividades sociais em que comparecia.
Após a morte do pai, sua mãe e irmão se juntaram a ele em Londres. Lady Wilde sempre foi uma fervorosa incentivadora do talento do filho e passou a promover saraus de poesia nas tardes de sábado, em sua casa, fazendo com que seu filho poeta ficasse mais conhecido ainda na capital inglesa.
Com algumas poesias publicadas em jornais e revistas, Oscar Wilde resolveu que já estava na hora de lançar seu primeiro livro. Fez tanto sucesso que uma editora acabou lançando uma edição em solo americano.
Sua chegada à América foi um grande sucesso, passando também por Paris. Dentre suas obras, tornaram-se conhecidas: O fantasma de Canterville, O príncipe feliz, O retrato de Dorian Gray, A Duquesa de Pádua, dentre outros contos e poesias.
O destaque aqui vai para as citações de grande efeito moral – aforismos – que ganharam destaque em suas obras, e que compõem meu artigo de hoje. Afinal, Fátima também é cultura.
“A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.”
“A história da mulher é a história da pior tirania que o mundo conheceu: a tirania do mais fraco sobre o mais forte.”
“Experiência é o nome que damos aos nossos próprios erros.”
“Meus gostos são simples: prefiro o melhor de tudo.”
A diferença entre a empolgação e o amor eterno é que a empolgação dura mais.”
“Não pode haver amizade entre homem e mulher. Pode haver paixão, hostilidade, adoração, amor, mas não amizade.”
“A verdade jamais é pura e raramente é simples.”
“Um homem deve dar toda importância a escolha de seus inimigos: eu não tenho um só que não seja idiota.”
“A alma nasce velha e se torna jovem. Eis a comédia da vida. O corpo nasce jovem e se torna velho. Eis a tragédia da alma.”
“O egoísmo não consiste em vivermos conforme os nossos desejos, mas sim em exigirmos que os outros vivam da forma que nós gostaríamos. O altruísmo consiste em deixarmos todo o mundo viver do jeito que bem quiser.”
“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.”
E a que mais gostei:
“Desconfiem da mulher que confessa a sua verdadeira idade. Uma mulher que diz isto poderá dizer qualquer coisa.”
E qual é a sua preferida?
Fonte: Revista Literatura, Escala Educacional, publicação n° 28, págs. 52 a 60.
21 de set. de 2011
Números que Impressionam
| "Cada povo tem o governo que merece." - Joseph De Maistre, filósofo e diplomata francês |
Fui informada de que existe um site onde você pode participar de votações emitindo sua opinião, como cidadão brasileiro, sobre vários itens que são votados no Congresso Nacional.
Trata-se de enquetes realizadas pelo DataSenado que dá voz aos internautas. Pode não ser de grande utilidade na discussão da pauta de projetos que tramitam naquela Casa, mas é no mínimo curioso. O próprio site adverte que as enquetes não podem ser avaliadas como a expressão do povo brasileiro justamente pela quantidade de participantes.
Obviamente seu voto servirá apenas como estatística mas se propõe a avaliar o que o povo pensa sobre determinados assuntos de relevância para o nosso País.
Eis alguns assuntos que já foram pesquisados com seus respectivos resultados:
Você é a favor ou contra o projeto que torna crime a criação de identidade ou perfil falsos na internet?
61.490 votos, sendo 31,6% a favor e 68,4% contra.
Você é a favor ou contra o projeto que inclui os atos de corrupção na Lei dos Crimes Hediondos, que aplica punições mais severas aos condenados?
426.618 votos, sendo 99,4% a favor e 0,6% contra.
Você é a favor ou contra o projeto que cria cadastro nacional, de acesso público, sobre condenados por pedofilia?
Apenas 1.458 votos, sendo 85,7% a favor e 14,3% contra.
Você é a favor ou contra o projeto que permite o aborto de fetos anencéfalos?
22.458 votos, sendo 39% a favor e 61% contra.
O site mostra muitos outros assuntos polêmicos como a alteração na identidade para os transexuais que desejam registrar oficialmente seu prenome social, reserva de vagas para idosos em concursos públicos, propaganda de bebidas alcoólicas, doações eleitorais, esterilização de cães e gatos, exame da OAB e por aí vai...
O que se pode avaliar, inicialmente, é que o povo se predispõe a realizar ligações para votação no BBB que arregimenta 51.108.875 de telespectadores, se dispõe a ir para as ruas para participar da parada gay que reúne 4.000.000 de pessoas, adora o carnaval carioca que une aproximadamente 2.000.000 de foliões por dia somente no Rio de Janeiro, enquanto que votações de cunho nacional juntam, no máximo, 426 mil votos (como visto acima), apenas 200 pessoas na passeata em Copacabana pela Paz no Rio, e 100 pessoas pelo movimento que repudia o assassinato da juíza em Niterói...
Esse desequilíbrio e o descaso da população pelos assuntos que realmente interessam ao povo é assustador. É muito fácil reclamar dos políticos, da corrupção, de valores distorcidos, mas efetivamente, são poucos os que levantam sua voz em busca de justiça.
Fica a denúncia e a sugestão para engordar as votações do Congresso, através do site do Senado.
Atualmente, e até o dia 30 de setembro, está em votação a enquete sobre o projeto de lei que veda o uso, fabricação, importação, comercialização e distribuição de sacolas plásticas não biodegradáveis. Apenas 736 votos até este momento.
Participe! Seja um dos brasileiros que se importa com os assuntos que realmente importam ao povo.
Comente este post, siga meu blog e você já estará participando do sorteio do áudio-livro "O Efeito Facebook".
18 de set. de 2011
A Diferença entre o Rico e o Pobre
| Imagem: programacantodaterra.blogspot.com |
O que você acha?
| Imagem: tabernadoveon.blogspot.com |
O rico acredita que pode moldar o seu destino. O pobre acredita que o destino acontece.O rico assume o compromisso de ser rico. O pobre gostaria de ser rico.O rico entra no jogo do dinheiro pra ganhar. O pobre entra no jogo do dinheiro pra não perder.O rico usa juros a seu favor. O pobre usa juros contra ele mesmo, porque quer tudo pra agora.O rico admira pessoas ricas e as toma como exemplos. O pobre detesta pessoas ricas e as toma como exemplos de mau caráter.O rico se aproxima de indivíduos bem-sucedidos. O pobre prefere amigos que, como ele, passam dificuldades financeiras e são fracassados.O rico diz “como posso ter isso”? O pobre diz “não posso ter isso”.O rico estuda investimentos e faz planos. O pobre diz que “não tem tempo para estas coisas”.O rico é um ótimo recebedor. O pobre é um péssimo recebedor.O rico paga a si mesmo primeiro. O pobre paga aos outros primeiro.O rico prefere ser remunerado pelos resultados. O pobre prefere ser remunerado pelo tempo dispendido.O rico foca no patrimônio líquido. O pobre foca no rendimento mensal.O rico, quando sofre uma adversidade, se pergunta “como posso tirar proveito disso?”. O pobre, na adversidade, se lamenta.O rico identifica os ricos pela sua educação financeira. O pobre identifica alguém como “rico” pelos bens materiais que exibe.O rico busca a prosperidade financeira. O pobre confunde essa busca do rico com falta de espiritualidade.O rico foca na solução. O pobre foca no problema.O rico, numa compra parcelada, calcula os juros embutidos e faz contas para decidir se a compra vale a pena. O pobre só observa o tamanho da parcela.O rico põe seu dinheiro para trabalhar duro para ele. O pobre trabalha duro pelo seu dinheiro.O rico administra bem o seu dinheiro. O pobre deixa a vida o levar.O rico tem uma visão realista dos investimentos. O pobre quando investe pensa apenas no curtíssimo prazo e espera lucros absurdos.O rico não despreza um rendimento passivo, mesmo que pequeno. O pobre diz “o que adianta botar o dinheiro na poupança se rende tão pouco?”O rico age apesar do medo. O pobre fica paralisado pelo medo.O rico foca em oportunidades. O pobre foca em benefícios.O rico pensa grande. O pobre pensa pequeno.Se o rico ganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá aumentado. Se o pobre ganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá desaparecido completamente.Se você tirar todo o dinheiro de um rico, depois de algum tempo ele estará recuperado. Se você tirar todo o dinheiro de um pobre, ele dependerá de outras pessoas para sobreviver.O rico diz “tenho que ser rico por causa de vocês, meus filhos”. O pobre diz “não sou rico porque tenho filhos”.O rico tem um plano de independência para o futuro. O pobre acha que trabalhar até morrer e depender do governo e dos filhos é um plano razoável.O rico diz “posso ter as duas coisas”. O pobre diz “posso ter isso ou aquilo”.O rico procura se aprimorar sempre. O pobre acredita que já sabe tudo.O rico diz “que lição posso aprender com este erro?”. O pobre diz “desde o começo eu já sabia que não daria certo”.O rico encara um fracasso como um aprendizado. O pobre encara um fracasso como um alerta para nunca mais se arriscar.O rico fica cada vez mais rico. O pobre fica cada vez mais pobre.Comente, sua opinião vale um áudio-livro!
Na Bienal - final
| Adoro a lua e não poderia deixar de registrar o momento em que chegou à Bienal |
Concluindo minha visita à Bienal, vamos às surpresas.
Enquanto eu visitava minha amiga que ganhou o primeiro prêmio do Concurso Literário "Rio de Janeiro, Palavra Maravilhosa" com sua poesia "Rio de Janeiro e de Todos Nós", liberei meus filhotes para bienar sem mim.
Ao reencontrá-los, estavam radiantes. Conheceram Mauricio de Souza, tiraram fotos e ainda conseguiram o autógrafo dele em duas revistas.
Os olhinhos deles brilhavam! Embora eu não tenha participado deste encontro, fiquei muito feliz por eles.
Para eles, essas revistinhas valem ouro agora.
Eles com Mauricio e eu com minha amiga Diva Ana Maria, que, como eu disse acima, ganhou um prêmio por sua poesia.
Logicamente, eu não poderia deixar de prestigiá-la, mas infelizmente eu estava sem a câmera (que estava com as crianças e o Mauricio):
| Ganhei um autógrafo, oba! |
| Boton do blog da Ana |
| Boton das Divas, também feito pelo Atelier TQ |
Outro encontro maravilhoso foi com Paul Young, autor do livro "A Cabana".
Escritor super simples, humilde, emocionou-se diversas vezes durante o encontro, contou particularidades de sua vida como os onze anos vivendo com a esposa sem que ela lhe direcionasse qualquer ato de carinho por conta do grande deslize que ele cometeu durante os primeiros anos do seu casamento. Mencionou também suas perdas familiares e os momentos em que foi sexualmente abusado e, mesmo diante de tanto drama, sobreviveu e hoje é uma pessoa muito mais madura, evoluiu enquanto homem e ser humano, brindando-nos com esse livro maravilhoso, inicialmente escrito apenas para os filhos, sendo posteriormente distribuído aos amigos e, devido ao sucesso, seguindo a trajetória até nossos lares.
De acordo com ele, o Brasil é o segundo maior público consumidor do livro.
Agora, os outros momentos:
| Fátima Veste Prada (estilo Gold)... |
| Relembrando a infância com Luluzinha |
| E a lua encerrando a noite... |
16 de set. de 2011
Na Bienal - parte 2
Continuando a saga, brinquei bastante por lá como já contei antes:
| Com que será, com quem será que a Fátima vai casar ?... kkk Ou, o Homem Invisível! |
| Meu filhote no meio da História |
| Montagem do Rio Antigo |
| Tietando Thalita |
| Tentando uma pontinha no filme do Capitão América |
E na próxima postagem...
12 de set. de 2011
Na Bienal
Gente! Fui à Bienal, cumprindo uma promessa feita aos meus filhos há seis anos! Adoro a Bienal, mas não sobrava uma graninha para ir. Este ano, finalmente, cumprí a promessa, a eles e a mim mesma.
Como fui disposta a me divertir, curtí o passeio e o momento família, e agora vou compartilhar com vocês.
Foi simplesmente fantástico!
Ah! Logicamente vou dividir esse passeio com vocês em duas ou três postagens, como fiz com minha experiência no Ashram. É minha marca pessoal já que não quero deixar a leitura muito extensa.
Vamos começar do início.
Contando com a ajuda dos motoristas de ônibus, pegamos duas linhas para chegar ao Rio Centro. Como "quem tem boca vai a Roma", fui à Barra pedindo para os motoristas me orientarem sobre os pontos em que eu poderia descer para pegar outra condução até chegar ao local.
Chegamos aproximadamente às 3 horas da tarde, e levamos mais ou menos uma hora de viagem, super animados e ansiosos pela experiência que nos aguardava.
A Bienal é o mundo dos Fanáticos por Livros. É um oásis. Nossa aventura começou na bilheteria para resgatar os bilhetes adquiridos antecipadamente. Mas, depois de passarmos por um labirinto (que me deixou tonta) até chegarmos ao guichê onde enfrentamos uma pequena fila, descobrimos que a bilheteria para resgate de bilhetes antecipados era a de número 1, informação esta que não constava em nenhum lugar. Então, aqui vai uma sugestão aos organizadores: evidencie esses detalhes ou no e-mail de confirmação de compra, ou através de cartazes na entrada, ou ainda através dos recepcionistas. Fica mais fácil e evita perda de tempo.
Seguimos para a bilheteria 1, enfrentamos nova fila (desta vez sem labirintos), e resgatamos nossos bilhetes. Felizes, adentramos a Bienal e começamos a respirar cultura.
Nosso passeio por todos os estandes que víamos à nossa frente somente não era mais agradável porque encontramos várias turmas de estudantes de escolas públicas que estavam ali para brincar, correr, atropelar os visitantes, gritar, se esmurrarem, enfim, uma balbúrdia beirando a histeria.
Mais uma dica, desta vez aos diretores de escolas públicas: Não levem qualquer aluno à Bienal ou a qualquer outro evento. Levem apenas aqueles que realmente levam a literatura à sério, que realmente querem ser alguém, que respeitam as pessoas. Presenciei alunos brigando entre si, esbarrando nas pessoas, bagunçando as estantes de livros, empurrando todo mundo, adolescentes tirando fotos insinuando posições sexuais, um fato lamentável... Infelizmente, nos dias de hoje, nem pedagogos nem pais conseguem controlar esses jovens que, à luz da moderna educação, estão completamente desorientados e sem limites, sem moral, sem postura.
Não me levem a mal, não caracteriza-se aqui nenhum preconceito, até porque não posso já que meus filhos estudam em escolas públicas, eu também frequentei escolas públicas durante toda a minha vida escolar, além de já ter lecionado em escolas com deficiência de verba. Portanto, posso falar embasada em fatos e comparações. Quero crer que o único fato que realmente deixou-me aborrecida durante o passeio, que foi a perda do meu celular, não se deva ao fato de algum desses estudantes o terem subtraído da minha bolsa, o que não seria nada difícil tendo em vista o tumulto que faziam em diversos estandes. Esse fato desagradável roubou meia hora da minha estada na Bienal, já que tive que dominar a raiva, cancelar o número junto à operadora e me acalmar para não permitir que esse dissabor estragasse o passeio da família.
Retornando aos estandes, devo dizer que foram surpresas saborosas, onde curtí bastante tudo que ví e lamentei o que não tive tempo de ver.
Vamos às fotos, já que imagens ilustram mais as palavras:
Eu e meu príncipe no estande da Panini. Somos fãs da Turminha da Mônica!
Eu e minha princesa na capa da revista...
O maior livro do mundo (O Pequeno Príncipe) no estande do Guiness.
E o menor livro também! Lógico que este tive que trazer para casa.
É uma gracinha! Ficaram lindos na minha estante!
Fazendo uma comparação com a estatura do maior homem conhecido pelo mundo.
Atrás do meu príncipe, um jogo de palavras cruzadas da Coquetel. Não conseguí deixar minha contribuição porque as duas únicas canetas estavam ocupadas...
Mais fotos na próxima postagem, onde falarei sobre o "Encontro com o Autor", outro encontro que tive com uma Diva maravilhosa, uma surpresa não programada, nosso lanche na pizzaria do local (uma história a parte) e muito mais! Não perca.
E não esqueça de comentar. Seu comentário vale um Áudio-Livro. Participe!
Como fui disposta a me divertir, curtí o passeio e o momento família, e agora vou compartilhar com vocês.
Foi simplesmente fantástico!
Ah! Logicamente vou dividir esse passeio com vocês em duas ou três postagens, como fiz com minha experiência no Ashram. É minha marca pessoal já que não quero deixar a leitura muito extensa.
Vamos começar do início.
Contando com a ajuda dos motoristas de ônibus, pegamos duas linhas para chegar ao Rio Centro. Como "quem tem boca vai a Roma", fui à Barra pedindo para os motoristas me orientarem sobre os pontos em que eu poderia descer para pegar outra condução até chegar ao local.
Chegamos aproximadamente às 3 horas da tarde, e levamos mais ou menos uma hora de viagem, super animados e ansiosos pela experiência que nos aguardava.
A Bienal é o mundo dos Fanáticos por Livros. É um oásis. Nossa aventura começou na bilheteria para resgatar os bilhetes adquiridos antecipadamente. Mas, depois de passarmos por um labirinto (que me deixou tonta) até chegarmos ao guichê onde enfrentamos uma pequena fila, descobrimos que a bilheteria para resgate de bilhetes antecipados era a de número 1, informação esta que não constava em nenhum lugar. Então, aqui vai uma sugestão aos organizadores: evidencie esses detalhes ou no e-mail de confirmação de compra, ou através de cartazes na entrada, ou ainda através dos recepcionistas. Fica mais fácil e evita perda de tempo.
Seguimos para a bilheteria 1, enfrentamos nova fila (desta vez sem labirintos), e resgatamos nossos bilhetes. Felizes, adentramos a Bienal e começamos a respirar cultura.
Nosso passeio por todos os estandes que víamos à nossa frente somente não era mais agradável porque encontramos várias turmas de estudantes de escolas públicas que estavam ali para brincar, correr, atropelar os visitantes, gritar, se esmurrarem, enfim, uma balbúrdia beirando a histeria.
Mais uma dica, desta vez aos diretores de escolas públicas: Não levem qualquer aluno à Bienal ou a qualquer outro evento. Levem apenas aqueles que realmente levam a literatura à sério, que realmente querem ser alguém, que respeitam as pessoas. Presenciei alunos brigando entre si, esbarrando nas pessoas, bagunçando as estantes de livros, empurrando todo mundo, adolescentes tirando fotos insinuando posições sexuais, um fato lamentável... Infelizmente, nos dias de hoje, nem pedagogos nem pais conseguem controlar esses jovens que, à luz da moderna educação, estão completamente desorientados e sem limites, sem moral, sem postura.
Não me levem a mal, não caracteriza-se aqui nenhum preconceito, até porque não posso já que meus filhos estudam em escolas públicas, eu também frequentei escolas públicas durante toda a minha vida escolar, além de já ter lecionado em escolas com deficiência de verba. Portanto, posso falar embasada em fatos e comparações. Quero crer que o único fato que realmente deixou-me aborrecida durante o passeio, que foi a perda do meu celular, não se deva ao fato de algum desses estudantes o terem subtraído da minha bolsa, o que não seria nada difícil tendo em vista o tumulto que faziam em diversos estandes. Esse fato desagradável roubou meia hora da minha estada na Bienal, já que tive que dominar a raiva, cancelar o número junto à operadora e me acalmar para não permitir que esse dissabor estragasse o passeio da família.
Retornando aos estandes, devo dizer que foram surpresas saborosas, onde curtí bastante tudo que ví e lamentei o que não tive tempo de ver.
Vamos às fotos, já que imagens ilustram mais as palavras:
Eu e meu príncipe no estande da Panini. Somos fãs da Turminha da Mônica!
Eu e minha princesa na capa da revista...
O maior livro do mundo (O Pequeno Príncipe) no estande do Guiness.
E o menor livro também! Lógico que este tive que trazer para casa.
É uma gracinha! Ficaram lindos na minha estante!
Fazendo uma comparação com a estatura do maior homem conhecido pelo mundo.
Atrás do meu príncipe, um jogo de palavras cruzadas da Coquetel. Não conseguí deixar minha contribuição porque as duas únicas canetas estavam ocupadas...
Mais fotos na próxima postagem, onde falarei sobre o "Encontro com o Autor", outro encontro que tive com uma Diva maravilhosa, uma surpresa não programada, nosso lanche na pizzaria do local (uma história a parte) e muito mais! Não perca.
E não esqueça de comentar. Seu comentário vale um Áudio-Livro. Participe!
Assinar:
Postagens (Atom)
